segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Por Cleyton Rocha - BA




''O tom leve deste romance não passa de um hábil artifício literário para abordar todos os anseios humanos com desenvoltura e ao mesmo tempo com profundidade e intensidade emocional.”
“O romance está repleto de uma sabedoria sutil, de uma dose certa de humor misturado com ternura e, acima de tudo, é o primeiro retrato inteligente e imparcial de uma geração que até agora ainda não tinha encontrado a sua voz literária.”
“Um romance cheio de leveza que concilia os opostos. Pessoal, com um apelo universal, divertido e comovente, na completa escuridão transmite a sensação inebriante de estar vivo.”
Além disso, o livro foca mais no autodescobrimento do que em ter uma estrutura com começo, meio e fim. O livro começa com um acontecimento aleatório, e termina com outro acontecimento aleatório, o término de um fim de uma fantasia. Assim como a vida não tem uma estrutura rígida, o livro também não a possui. Isso pode incomodar alguns leitores, mas, para mim, funcionou perfeitamente. Aliás, acredito até que esse enredo focado nas dores e no conhecimento próprio faz muito mais sentido através de um relato solto, exatamente como aconteceu na obra.

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