Surpresa

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domingo, 19 de junho de 2016

O gosto do sexo sem rosto


• Entrevista: teste do pauzão.
• Primeiro programa: Diego e Alexandre. Tocar em suas mãos
apresentou ao meu coração um sentimento antes desconhecido,
mas não sei dizer...
• Revelando o inusitado.
• Diego se apaixona por Amanda e pretende partir com ela.
•O assustador mundo do sexo.
• Sou heterossexual e posso provar.
• O melhor da vida é goiabada.
• O avesso dos desejos.
•Michel chupou a pica do próprio pai.
• Todo michê foi criança, sentiu medo de fantasmas e chorou
no colo da mãe.
• Como impressionar o parceiro na cama.
• A tolerância é o termômetro da conversão.
• O cheiro do seu gozo
• O melhor de ser garoto de programa é fazer aviãozinho, dizia
Tonny.
• É pecado se render aos sentimentos homoafetivos?
•Alexandre e Diego na urgência de um abraço.
• Até que ponto somos vítimas do hábito sexual?
• O céu de minha infância.
• Bissexualidade é o sexo do futuro?
• Alexandre: quem é esse homem, afinal?
• Avenida Paulista.
•Afonso troca o amor de todos os homens, por o amor de uma única mulher.
• Avenida São João.
• Diego, Sandro e mais um.
• Museu do Ipiranga.
• A morte de um sonho é mais triste do que a morte de um
homem?
• Parque do Carmo.
• Alexandre com o juízo preso em minha cueca.
• Favônio.
• Sua mão é meu lugar.
• Deus, antes de ser de justiça, é de misericórdia. A Bíblia me
parece excludente e contraditória.
• Como aceitar as descontinuidades?
• O prazer do anal é a dor?
• Avenida Vieira de Carvalho: orgias, drogas e baladas LGBT.
• Diego e o suicida.
• Comunhão na hora do orgasmo.
• Parada LGBT em São Paulo.
• A profecia da borboleta marrom.
• Ganhando o pão e comendo a carne.
• Diego, Deus e diálogos malditamente permitidos.
• Travesti na cama com Diego.
• Matei Deus e saí da gaiola.
• Pornografia pesada.
• Pavor é uma vida sem amor.
• Michel volta para o jogo. Mas existe jogo?
• Michê de rua aperta o pau na calça jeans.
• Chupei meu próprio pau, bebi minha própria porra; confesso,
porra de baiano é deliciosa.
• A vida abortando meu carnaval.
•Variações sexuais.
• Percebendo os sinais... Mas havia sinais?
• A rejeição dói como um câncer aceso no coração de Diego.
• O diabo havia sido muito generoso: dois irmãos gêmeos
idênticos na cama de Diego.
• Descobrindo meu próprio sol.
• Coração de príncipe.

sexta-feira, 17 de junho de 2016

sábado, 11 de junho de 2016

Sinto demais


A cada dia viver me esmaga com mais força.Sou afetado diretamente por cada dor que vejo estampada nos jornais, nos olhares,nos apelos de paz não atendidos.
Marlon- Príncipe maluco

Filosofia de Deus


Eu esperava mais do mundo, mas o mundo são as pessoas, o céu e o inferno também.
Acho incrível a capacidade de mergulhar no mundo do outro, na intimidade do outro, no dilema, no problema e na loucura do outro... Quando faço isso entro em processo de estase como se eu estivesse ouvindo uma canção de Belchior.
Não tenho ouro ,nem prata mas tenho a riqueza de saber ouvir o sofrimento humano e ameniza-lo.
Desde muito cedo me recordo que sempre fui procurado pelas pessoas com a finalidade de receber uma palavra amiga, um ombro para chorar e etc.
Não sei ao certo onde começou isso, mas o fato é que nunca me incomodou, aos poucos fui virando um para raios de gente problemáticas buscando minha voz como refugio.
O tempo foi passando fui potencializando ou melhor aperfeiçoando o meu dor de ouvir e se meus ouvidos e a minha palavra tem esse poder de promover restauração em corações quebrados isso muito me alegra, tanto que já sou formado em filosofia( isso me ajuda muito nos aconselhamentos) e ainda esse ano começo outro curso de formação em psicanalise porque pretendo trabalhar com isso, sempre fiz razoavelmente bem e nunca recebi nada em troca, nem carinho então vou me profissionalizar e cobrar por isso.
Pouco a pouco fui percebendo que eu que tinha respostas para muitas questões humanas não tinha habilidade para lidar com as minhas próprias questões então eu resolvi buscar nas pessoas aquilo que outrora eu havia oferecido gratuitamente e com amor, mas fui percebendo que a dor humana ela requer calma para ser encontrada e a grande maioria não tem grandeza para oferecer a quem quer que seja um olhar demorado, são sempre respostas rápidas( odeio respostas rápidas), frases prontas e uma indisponibilidade altamente egoísta em acolher a dor alheia.
Hoje a tarde depois de insistir muito uma amiga conseguiu me levar em um churrasco, fui inteiro, levei o melhor de mim, até mesmo porque ficar perto dela sempre me fez muito bem, mas ao chega lá ela passou a tarde inteira em um aplicativo chamado watssap e tenho certeza que se perguntarem para ela uma frase do que falei ela não saberá dizer e isso me deixou triste de forma imensurável porque me obriga a aceitar que o mundo falhou para mim.
Estou escrevendo isso tudo porque estou caminhando para um isolamento cada dia maior, mas não confunda isso com depressão ou amargura, pelo contrario meu isolamento opcional tem me ensinado tantas coisas grandiosas de Deus, de mim, de minha força.
Passei por uma situação complicada recentemente e passei quase vinte dias incomunicável, sem zap, sem net, sem telefone e hoje quando me perguntam porque não liguei para desabafar eu respondo a todas essas pessoas: porque eu precisava de pelo menos quatro horas do seu tempo para derramar a minha dor em sua mesa e você não ia me oferecer esse tempo. Elas logo silenciam porque sabem que é verdade. Acho injusto e desnecessário alguém querer saber da minha dor se não tem paciência e caridade( amor em ação) suficiente mergulhar no mistério dela junto comigo, sem pressa, sem julgamentos, sem frases prontas.
Eu esperava mais do mundo,porque a vida tem me revelado que as pessoas estão cada dia mais fragilizadas e carentes, elas querem ser ouvidas, acolhidas, mas elas não querem ouvir o outro, pensar junto com o outro até achar uma solução para o problema dele. Acho fantástico quem tem o dom de ouvir, acho mais ainda quem sabe ouvir com amor, como diz um personagem do meu próximo livro UMA PALAVRA AMIGA VALE MAIS DO QUE UMA ORAÇÃO.
A minha’’ solidão’’ escolhida e acolhida por mim mesmo tem me ensinado tudo e principalmente a eleger prioridades. Os meus ouvidos a minha casa o meu coração estavam abertos 24horas para todos aqueles que precisavam, mas agora estou cada dia menos acessível, gasto bem menos tempo com telefone e redes sociais em contrapartida estou lendo bem mais, escrevendo mais, e falo do fundo do meu coração eu aprendi a gostar de ficar comigo,esse confronto não me assusta mais,eu vivia para o mundo e um pouco disso se deve ao meu medo de entrar em contato comigo mesmo, hoje eu fico dias sozinho sem falar com ninguém e comendo goiabada, me sinto pleno em caridade para com a minha própria pessoa.
Gostaria muito de finalizar esse texto te pedindo uma breve reflexão com relação a sua condição diante do outro, queria muito te pedir que se alguém precisasse de suas palavras, do seu ombro ou simplesmente de seus ouvidos que você tivesse a sensibilidade de ser disponível, porque a maior prova de amor não é oferecer o que você tem e sim o que você é. Mas eu sei que quase ninguém vai ler esse texto até o final.
Quando estamos bem, felizes, prósperos, divertidos é fácil ter pessoas por perto, mas quando perdemos o rumo, o gosto pela vida, as posses, a pose, o status sobra quase nada mas é a melhor oportunidade do mundo que Deus nos da para fazermos as pazes conosco, com nosso silencio, com nossa solidão que julgávamos assombrosa e no final do caminho estamos mais fortalecidos.
Tudo isso, todo esse processo foi o melhor que me aconteceu porque excluir e continuarei a fazer isso com todos os figurantes de minha vida, porque quem não tem habilidade para lidar com meu pior certamente não merece o meu melhor.
A partir de agora vou usar a filosofia de Deus: ou me ouve ou vai para o inferno!
Beijo.
Príncipe maluco- Marlon

Marlon


Eu preciso muito, muito de você. Eu quero muito, muito você aqui de vez em quando nem que seja, muito de vez em quando. Você nem precisa trazer goiabada, nem perguntar se estou melhor. Você não precisa trazer nada, só você mesmo. Você nem precisa dizer alguma coisa no telefone. Basta ligar e eu fico ouvindo o seu silêncio. Juro como não peço mais que o seu silêncio do outro lado da linha ou do outro lado da porta ou do outro lado do muro. Mas eu preciso muito, muito de você. Estou falando da FOME iluminada e desconcertante que sinto de sua pessoa!
Marlon- Príncipe maluco

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Martin


O que me preocupa não é nem o grito dos corruptos, dos violentos, dos desonestos, dos sem caráter, dos sem ética... O que me preocupa é o silêncio dos bons.
Martin Luther King

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Sexo anal


O sexo anal é uma das práticas sexuais mais prazerosas para os homens. A estreiteza do ânus oferece maior atrito durante o sexo, o que se torna um grande estimulante, por isso muitos casais criam coragem de experimentar e desfrutar de todos os benefícios deste tipo de encontro. No entanto, o sexo anal não é igual à penetração vaginal, há diferentes cuidados e sugestões que é necessário colocar em prática para que ambos possam desfrutar. Igienização, preliminares e lubrificação são algumas delas.


Meu livro





Amado ou usado? Vítima ou culpado? Um garoto baiano vem para São Paulo para viabilizar um sonho. Vitimado pelas circunstâncias, acaba na cama de homens, mulheres, travestis e casais. E foi justamente por meio do erotismo praticado de todas as formas que Diego conheceu o gosto do sexo sem rosto. Um romance polêmico, fascinante, bombástico e erótico-recreativo com gosto de morte e vida como nunca houve. Em meio a tudo isso Diego encontra Alexandre, que trazia consigo a proposta de um prazer demasiadamente grande. Esse encontro é marcado por uma interrogação: o papel do amor é nos lembrar que o inferno existe?
Mais que uma história de amor, este livro propõe, pela história real de um garoto de programa, uma discussão isenta de fascismos sobre euforia, solidão, hedonismo, compulsão sexual, drogas,
relacionamento aberto, vaidade incesto e depressão pós-sexo dentro da indústria do sexo em São Paulo.
Diálogos afiados e descrições precisas levam o leitor a uma história plena de prazer e emoção, proporcionando o que se espera de um bom livro: diversão.
Sem pieguice, esta obra apresenta uma trama capaz de conduzir o leitor até as últimas páginas sem artifícios mirabolantes.
Ainda sem o maniqueísmo de muitos livros, este de forma equilibrada, dosa cada palavra, permitindo preencher suas páginas com o que existe de melhor na literatura, daí o prazer em disponibilizá-lo para publicação.
Fruto da coragem e ousadia, ele é um texto sensível, forte e picante que tem a missão de provocar. Cada palavra é amparada pelo desejo profano e humano de declarar a morte do pecado.
A confissão categórica de quem comeu, bebeu e viveu a prostituição. Aqui gargalhadas, esperma e lágrimas têm cor, gosto e cheiro. Um retrato explícito de uma realidade sexual latente.
“O gosto do sexo sem rosto” inaugura uma nova e corajosa forma de fazer literatura. Pornografia e subjetividade se encontram e desse duelo nasce à prova irrecusável de que é possível revelar a nudez que nos faz experiênciar sensações antes desconhecidas e seduzir a vida.
Apresento aqui formas de fome sexual que o próprio desejo desconhece, proponho ao leitor conhecer e desafiar os limites do próprio corpo e do próprio tesão, utilizando sempre o pensamento como campo definitivo de atuação.

Boa noite!


Raul


"Ninguém tem o direito de me julgar a não ser eu mesmo. Eu me pertenço e de mim faço o que bem entender"
(Raul Seixas)

Bom dia!


Clarice


Amar os outros é a única salvação individual que conheço: ninguém estará perdido se der amor e às vezes receber amor em troca.
Clarice Lispector

Clarice


Porque eu fazia do amor um cálculo matemático errado: pensava que, somando as compreensões, eu amava. Não sabia que, somando as incompreensões é que se ama verdadeiramente.
Clarice Lispector