Surpresa

Surpresa
Clique na IMAGEM agora por gentileza e tenha uma SURPRESA!

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Scat em alta no Brasil



Aqui neste blog vocês também encontrarão muito conteúdo ligado aos fetichistas scateros. Para quem não sabe, scat é a prática em que pessoas gostam de transar com o adicional fezes para dar mais tesão. Basicamente, é sexo com muita sujeira, e essa sujeira é merda, cocô, bosta, fezes, como quiser chamar. A verdade é que a prática só vem crescendo no Brasil. Nós do site nos interessamos pelo assunto e resolvemos abrir espaço para esse fetiche aqui no blog. Há várias vertentes no scat. Mas há quem goste apenas de fornecer a merda para o outro puto, há quem goste apenas de receber, há quem goste apenas de se sujar ou sujar os outros com a merda. Também tem os que curtem apenas ficarem punhetando e comendo suas próprias fezes, se lambusando. O importante é ter muita merda! Se você curte, delicie-se! Se não curte, passe para o próximo post!

Idiota


Quando você morre, você não sabe que está morto. Quem sofre são os outros. É a mesma coisa quando você é um idiota.Marlon-Príncipe maluco

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Feliz 2018


''Feliz 2018, mas lembre-se o ano não vai ser novo, se você não for novo.''
Marlon-Príncipe maluco

Escolas


Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas.
Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do vôo. Pássaros engaiolados são pássaros sob controle. Engaiolados, o seu dono pode levá-los para onde quiser. Pássaros engaiolados sempre têm um dono. Deixaram de ser pássaros. Porque a essência dos pássaros é o vôo.
Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são pássaros em vôo. Existem para dar aos pássaros coragem para voar. Ensinar o vôo, isso elas não podem fazer, porque o vôo já nasce dentro dos pássaros. O vôo não pode ser ensinado. Só pode ser encorajado.
Rubem Alves

Encontrar alguém


''Não procuro alguém que pague as minhas contas, não procuro alguém que me leve até o outro lado do mundo, quero alguém que saia da rotina, que chegue com uma rosa em minha casa só para dizer: ‘’eu amo você”.''
Não quero alguém que me dê coisas caras, quero alguém que me dê valor!
Marlon- Príncipe maluco

E amor?


E o amor? Ah, ele segue na contramão da raiva. O amor requer explicitude, para surtir algum efeito. Você pode e deve externá-lo, do contrário, ele não servirá para absolutamente nada. Amor guardado, estocado, é desperdício.
Como assim, o mundo tão faminto de afeto e alguém retendo amor? Não, não pode! De nada adianta você ter as melhores intenções, ou um grande sentimento por algo ou alguém e não demonstrá-los, não praticá-los.
Uma das frases mais deprimentes que já ouvi, em forma de desabafo, foi: “eu gostava muito dela, mas nunca quis demonstrar, eu gostava do meu jeito”. Nossa, quanta mesquinhez desse ser. Negou a alguém a experiência de sentir-se amado, uma das experiências mais ricas dessa vida.
Marlon-Príncipe

Lixo


E, tinha muito lixo, muita tranqueira pesada e incômoda. Me deparei com “objetos” em forma de insegurança, sentimento de incapacidade, sentimento de menos valia, crenças idiotas, necessidade de aprovação de pessoas que eu nunca gostei, bloqueios e etc. Olhei para cada um desses entulhos e disse: chega, vão todos para o lixo, aqui não tem lugar para vocês mais, vou trocar toda minha mobília, vou enfeitar a minha alma.
No meio dessa bagunça toda, encontrei alguns sonhos e desejos, completamente empoeirados, quase irreconhecíveis. Peguei-os, separei num canto, limpei a poeira mais grossa e prometi a eles que, dedicaria um tempo especial para restaurar-lhes o brilho, mas que esperasse eu jogar fora tudo o que não me servia. Então, após levar todo aquele entulho para a incineração, voltei aos objetos que restaram. Eles eram meus de verdade, faziam e fazem parte da minha essência. O riso, a fé, a espontaneidade, a mania de poetizar tudo, o senso de liberdade são alguns dos itens que estavam empoeirados e que eu fiz questão de restaurá-los, lustrá-los e transformá-los em objetos de decoração da minha alma.

Marlon-Príncipe maluco

Vamos?




Convido todos os meus leitores, seguidores e amigos .Sou fã desse grande artista, estarei presente, seu canto é de qualidade iquestionavel .
Uma festa com bandas de vários segmentos do Rock 'n' Roll e a Eddy Luem Cruz foi atribuída a honra de cantar a história brasileira do ritmo que está sempre em evidência no mundo inteiro! Programe-se para curtir esse grande evento cultural. Dia 16 de Dezembro 2017, a partir do meio-dia no Campo Chácara Brilho's que fica na Rua Ioneji Matsubayashi, Nº 970 em Itaquera São Paulo SP.
Aberto para todos os publicos inclusive LGBT's .

Mais uma vez o mal predominou e venceu. TRISTEZA!



Ryan Guerreiro- 23anos- Homoafetivo-Jovem era de Fortaleza e morava em São Paulo.Acabou de se jogar do 14° andar de um prédio após apanhar na rua em razão de sua orientação sexual . O rapaz morreu na hora.A rejeição social tem levado uma avalanche de LGBT's a um quadro irreversível de CULPA e complexo de inferioridade. Fragilizados alguns homoafetivos encontram na possibilidade de suicídio a solução para se livrar da dor.
Mais uma vez o mal predominou e venceu. TRISTEZA!
''Não vou mudar pra agradar humanos.'' Essa foi sua última frase nas redes sociais.

sábado, 25 de novembro de 2017

Responda, eu agradeço muito!


Para quem será seu voto para presidente do Brasil em 2018?
Seu voto é imensamente importante, vote é simples rápido , necessário e eu agradeço do fundo do coração.
Veja do lado direito do blog.
Beijos!
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>
Marlon

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Palavras de um príncipe


''Aprenda a lidar com os dias ruins.Vou te contar um precioso segredo: eles passam''.
Marlon-Príncipe maluco

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Quando o amor acaba de fato




Como quem não quer nada cê chega de mansinho perguntando como anda a minha vida. Você tenta disfarçar que não se importa mais, quando na verdade, se aproxima só pra saber se eu realmente consegui seguir o meu caminho sem você. Uma nova mensagem chega na tela do meu celular e quando vejo, é você com aquele papo ”sonhei contigo”, mas na verdade você só quer que eu te responda, você só quer um espaço pra entrar na minha vida de novo, você só quer um minuto da minha atenção pra tentar me convencer de que eu fiz a escolha errada em ter ido embora.

Mas olha só, estou muito bem seguindo o meu caminho e mas que isso, eu consegui me encontrar. Você pode sonhar comigo quantas vezes quiser, não te proíbo. Mas só fica sabendo que você me perdeu e que não existe a menor possibilidade de me ter volta, por isso, tudo que resta são as minhas imagens dentro da tua mente. Isso é tudo que sobrou de mim em você, e é uma pena que não posso dizer o mesmo.

Veja bem meu bem, você não precisa mais tentar me convencer de que ainda existe amor porque eu não quero e nem mereço esse tipo de amor que você se acostumou a sentir. Se isso for te confortar, um dia você foi alguém que pensei ser o amor da minha vida, mas hoje, não passa de alguém que eu agradeço por ter saído dela. É uma pena te dizer isso, mas depois que te tirei do meu peito, sobrou um espaço grande pra eu amar sem medo. Não sei o quanto dói em você te dizer que acabou, mas se doe em você ouvir isso de mim, imagina só o quanto doeu em mim ouvir você sorrir enquanto me machucava?
Agora que toda dor passou, depois que finalmente te tiro da minha vida, você reaparece de repente, me marcando em uma publicação e dizendo que lembrou de mim? Me ligando pra dizer que ainda não me esqueceu e me mandando mensagens perguntando se já encontrei alguém? Cara, eu não saí por aí querendo encontrar alguém pra tapar os buracos que você deixou, muito menos pra me apaixonar de novo e te esquecer o mais rápido possível. Eu saí por aí em busca de mim mesma, em busca do meu amor próprio porque somente ele foi capaz de acalmar toda a confusão que você me trouxe e organizar tudo o que você bagunçou dentro de mim. Deve ter sido amor, sabe? Mas agora acabou.

Que bonito da sua parte lembrar e sentir saudade de mim. Mas não posso te dizer o mesmo, e por mais que às vezes uma lembrança perdida sua salte por aqui, eu só consigo sorrir. Sorrir porque já passou.
Marlon-Príncipe maluco

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Pense


Concordo


Relações funcionam como espelhos. Muitas vezes nos vemos e nos descobrimos por meio dos outros. É por meio do olhar do outro, daquilo que o outro nos desperta, que percebemos potencialidades, fragilidades, limites, excessos, faltas.
Por outro lado, se valorar pelo olhar do outro e se amar menos porque o outro nos trata com desrespeito é conferir às pessoas um poder que deveria pertencer só a nós.
Nem sempre temos culpa pelas grosserias que recebemos ou pela falta de respeito que nos oferecem. Lá no fundo, a gente sabe quando mereceu levar um fora ou um desaforo no meio da cara. Lá no fundo, a gente sabe quando a atitude negativa do outro é uma resposta às nossas mancadas.
Da mesma forma que sabemos intuitivamente que merecemos uma cara virada, uma palavra atravessada, temos condições de saber também quando fizemos o nosso melhor e foi o outro que não teve generosidade e/ou inteligência para perceber. Ou até percebeu, mas quis ser ingrato e desagradável mesmo assim.
Nem tudo é culpa dos outros. Nem tudo é culpa da gente. Nem tudo vem de fora. Nem tudo vem de dentro. Não é porque Relações funcionam como espelhos. Muitas vezes nos vemos e nos descobrimos por meio dos outros. É por meio do olhar do outro, daquilo que o outro nos desperta, que percebemos potencialidades, fragilidades, limites, excessos, faltas.
Por outro lado, se valorar pelo olhar do outro e se amar menos porque o outro nos trata com desrespeito é conferir às pessoas um poder que deveria pertencer só a nós.
Nem sempre temos culpa pelas grosserias que recebemos ou pela falta de respeito que nos oferecem. Lá no fundo, a gente sabe quando mereceu levar um fora ou um desaforo no meio da cara. Lá no fundo, a gente sabe quando a atitude negativa do outro é uma resposta às nossas mancadas.
Da mesma forma que sabemos intuitivamente que merecemos uma cara virada, uma palavra atravessada, temos condições de saber também quando fizemos o nosso melhor e foi o outro que não teve generosidade e/ou inteligência para perceber. Ou até percebeu, mas quis ser ingrato e desagradável mesmo assim.
Nem tudo é culpa dos outros. Nem tudo é culpa da gente. Nem tudo vem de fora. Nem tudo vem de dentro. Não é porque você se boicota que outras pessoas não te prejudicam. Não é porque você é imaginativo demais e meio paranoico que não estão realmente tramando contra os seu planos. A vida é uma coisa bem intricada mesmo e muitas vezes o perigo parte de muitos lados. Tentar encaixar tudo numa teoria única pode ser bem simplista para não dizer simplório.
Mas o que vale ressaltar é que o desamor do outro ou qualquer sentimento por nós diz respeito a quem sente, não a nós. Se o outro me desrespeita, não farei dueto com ele me desrespeitando também. Se o outro não me ama, não farei sociedade com ele, me depreciando e descuidando de mim. Se o outro acha que eu não mereço uma oportunidade, não farei dupla com ele, me privando de lutar por aquilo que desejo ou penso desejar. Se o outro me diz não por indiferença ou prazer sádico, cabe a mim dizer o sim.

Depressão




Relações funcionam como espelhos. Muitas vezes nos vemos e nos descobrimos por meio dos outros. É por meio do olhar do outro, daquilo que o outro nos desperta, que percebemos potencialidades, fragilidades, limites, excessos, faltas.
Por outro lado, se valorar pelo olhar do outro e se amar menos porque o outro nos trata com desrespeito é conferir às pessoas um poder que deveria pertencer só a nós.
Nem sempre temos culpa pelas grosserias que recebemos ou pela falta de respeito que nos oferecem. Lá no fundo, a gente sabe quando mereceu levar um fora ou um desaforo no meio da cara. Lá no fundo, a gente sabe quando a atitude negativa do outro é uma resposta às nossas mancadas.
Da mesma forma que sabemos intuitivamente que merecemos uma cara virada, uma palavra atravessada, temos condições de saber também quando fizemos o nosso melhor e foi o outro que não teve generosidade e/ou inteligência para perceber. Ou até percebeu, mas quis ser ingrato e desagradável mesmo assim.
Nem tudo é culpa dos outros. Nem tudo é culpa da gente. Nem tudo vem de fora. Nem tudo vem de dentro. Não é porque Relações funcionam como espelhos. Muitas vezes nos vemos e nos descobrimos por meio dos outros. É por meio do olhar do outro, daquilo que o outro nos desperta, que percebemos potencialidades, fragilidades, limites, excessos, faltas.
Por outro lado, se valorar pelo olhar do outro e se amar menos porque o outro nos trata com desrespeito é conferir às pessoas um poder que deveria pertencer só a nós.
Nem sempre temos culpa pelas grosserias que recebemos ou pela falta de respeito que nos oferecem. Lá no fundo, a gente sabe quando mereceu levar um fora ou um desaforo no meio da cara. Lá no fundo, a gente sabe quando a atitude negativa do outro é uma resposta às nossas mancadas.
Da mesma forma que sabemos intuitivamente que merecemos uma cara virada, uma palavra atravessada, temos condições de saber também quando fizemos o nosso melhor e foi o outro que não teve generosidade e/ou inteligência para perceber. Ou até percebeu, mas quis ser ingrato e desagradável mesmo assim.
Nem tudo é culpa dos outros. Nem tudo é culpa da gente. Nem tudo vem de fora. Nem tudo vem de dentro. Não é porque você se boicota que outras pessoas não te prejudicam. Não é porque você é imaginativo demais e meio paranoico que não estão realmente tramando contra os seu planos. A vida é uma coisa bem intricada mesmo e muitas vezes o perigo parte de muitos lados. Tentar encaixar tudo numa teoria única pode ser bem simplista para não dizer simplório.
Mas o que vale ressaltar é que o desamor do outro ou qualquer sentimento por nós diz respeito a quem sente, não a nós. Se o outro me desrespeita, não farei dueto com ele me desrespeitando também. Se o outro não me ama, não farei sociedade com ele, me depreciando e descuidando de mim. Se o outro acha que eu não mereço uma oportunidade, não farei dupla com ele, me privando de lutar por aquilo que desejo ou penso desejar. Se o outro me diz não por indiferença ou prazer sádico, cabe a mim dizer o sim.