Surpresa

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terça-feira, 11 de outubro de 2016

Amores


Sentimentos de orfandades tão comuns no mundo contemporâneo a nós humanos é o pior que podemos sentir!
As pessoas recebem mais flores depois de mortos, do que quando vivos, é a prova de que o remorso é maior do que o amor!
Saudades eternas( Muito amor envolvido)
Se houver uma palavra maior do que aplausos, recebam!
Meus avós =Dois amores!
Beijos!
Marlon- Príncipe maluco

Chico Xavier


Somo todos iguais


A nossa humanidade falida nos lembra o todo tempo que o outro que caminha ao nosso lado cheio de feridas nos recorda o que somos, com esse confronto não sabemos lidar daí nasce o nosso desprezo. Quando sofremos ou choramos somos todos iguais. Sábios e ignorantes, mestres e alunos, inocentes e culpados, ricos e pobres, famosos e anônimos, torturados e torturadores, somos todos iguais.Marlon- Príncipe maluco

Rios


Somos como rios. Um rio só chega ao mar depois de ter encontrado outros rios pelo caminho. É mixórdia do percurso, quando na solidariedade de encontros o rio vai se agigantando, deixando de ser só, tornando-se outro. Essa analogia nos faz bem, se entendemos o avesso dela. Marlon- Príncipe maluco

Concordo


Nelson Rodrigues


FIM


Todas as manhas eu acordava, escovava os dentes, fumava e logo ia pensar em você sofrer por você. Eu ficava encabulado como depois de tanto tempo sem te ver você ainda me fazia senti tanto e tanto mais e mais. Todas as manhãs eu acordava feliz e seguia rumo a minha poltrona velha para cumprir o meu oficio de sofrer. Todas as manhãs eu acordava e acender um cigarro era uma tentativa involuntária de acender alguma recordação minha dentro de você. Todas as manhãs seu nome já estava escrito na fumaça do cigarro, antes mesmo de eu acende-lo.Todas as manhãs eu acordava e com ela eu tinha de Deus a liberdade de um pensar penoso que nada tirava de mim a não ser o pesar das esperanças. Todas as manhãs eu acordava e via seu nome escrito nos primeiros raios de sol, mas o sol não era meu e quem sofria era só eu. Eu seria capaz de jurar pelo Deus mais lindo do mundo que todas as manhãs seriam iguais, mas hoje acordei fui de mansinho acender meu cigarro, olhar os raios de sol e logo que sentei para sofrer a gloria de ser somente seu no inferno da poesia cotidiana ,tomei um susto, vasculhei cada canto da minha alma empoeirada e nada de te encontrar, não havia se quer um punhado de você dentro de mim. Logo chorei por dentro e só por dentro a sina luxuosa de ser vitima do esquecimento. Louvado seja Deus que inventou a palavra fim. Marlon- Príncipe maluco

C.F


Que seja doce o dia quando eu abrir as janelas e lembrar de você. Que sejam doce os finais de tardes, inclusive os de segunda-feira quando começa a contagem regressiva para o final de semana chegar. Que seja ligações a espera pelas mensagens, ligações e recadinhos bonitinhos. Que seja (mais do que) doce a voz ao falar no telefone. Que seja doce o seu cheiro. Que seja doce o seu jeito, seus olhares, seu receio. Que seja doce o seu modo de andar, de sentir, de demonstrar afeto. Que sejam doces suas expressões faciais, até o levantar de sobrancelha. Que seja doce a leveza que eu sentirei ao seu lado. Que seja doce a ausência do meu medo. Que seja doce o seu abraço. Que seja doce o modo como você irá segurar na minha mão. Que seja doce. Que sejamos doces...
Caio Fernando Abreu

C.F


Se você tivesse chegado antes, eu não teria notado. Se demorasse um pouco mais, eu não teria esperado. Você anda acertando muita coisa, mesmo sem perceber. Você tem me ganhado nos detalhes e aposto que nem desconfia. Mas já que você chegou no momento certo, vou te pedir que fique.
Mesmo que o futuro seja de incertezas, mesmo que não haja nada duradouro prescrito pra gente. Esse é um pedido egoísta, porque na verdade eu sei que se nada der realmente certo, vou ficar sem chão. Mas por outro lado, posso te fazer feliz também. É um risco. Eu pulo, se você me der a mão.
Caio Fernando Abreu

C.F


Eu preciso muito, muito de você. Eu quero muito, muito você aqui de vez em quando nem que seja, muito de vez em quando. Você nem precisa trazer maçãs, nem perguntar se estou melhor. Você não precisa trazer nada, só você mesmo. Você nem precisa dizer alguma coisa no telefone. Basta ligar e eu fico ouvindo o seu silêncio. Juro como não peço mais que o seu silêncio do outro lado da linha ou do outro lado da porta ou do outro lado do muro. Mas eu preciso muito, muito de você.
Caio Fernando Abreu

sábado, 8 de outubro de 2016

C.F


Que seja doce o dia quando eu abrir as janelas e lembrar de você. Que sejam doce os finais de tardes, inclusive os de segunda-feira quando começa a contagem regressiva para o final de semana chegar. Que seja ligações a espera pelas mensagens, ligações e recadinhos bonitinhos. Que seja (mais do que) doce a voz ao falar no telefone. Que seja doce o seu cheiro. Que seja doce o seu jeito, seus olhares, seu receio. Que seja doce o seu modo de andar, de sentir, de demonstrar afeto. Que sejam doces suas expressões faciais, até o levantar de sobrancelha. Que seja doce a leveza que eu sentirei ao seu lado. Que seja doce a ausência do meu medo. Que seja doce o seu abraço. Que seja doce o modo como você irá segurar na minha mão. Que seja doce. Que sejamos doces...
Caio Fernando Abreu

Balada de Gisberta


Há dez anos, Portugal despertava para a crua realidade da intolerância e do ódio contra os homossexuais. O assassinato de uma transexual no Porto chocava a sociedade. Agredida e violada sistematicamente por 14 adolescentes durante dias, seu corpo foi encontrado no fundo de um poço de 15 metros. A vítima: Gisberta Salce Junior, uma imigrante brasileira de 45 anos.
Gisberta transformou-se em símbolo da discriminação múltipla: imigrante ilegal, transexual, prostituta, sem-teto e soropositiva. Seu assassinato causou um profundo impacto na sociedade portuguesa. Gerou o debate sobre a transfobia, mudou o olhar para as questões da igualdade de gênero. Abriu o caminho para transformações que garantiriam maior inclusão e direitos aos homossexuais e transgêneros.
"O assassinato da Gisberta estabeleceu um antes e um depois em Portugal. Mudou a maneira como a sociedade olhava para as mulheres trans, mudou o modo como a imprensa cobria os transexuais, estimulou a criação de leis que tratassem da igualdade de gênero", afirma à BBC Brasil o ativista português Sérgio Vitorino, do movimento social Panteras Rosa.Nos anos que se seguiram à morte da brasileira, em 22 de fevereiro de 2006, o legislativo português criou uma série de leis voltadas para a igualdade de gêneros, com o objetivo de garantir a pessoas trans maior acesso à Justiça, à educação e ao emprego. Além disso, foi aprovada a concessão de asilo a transexuais estrangeiros em risco de perseguição.
"Portugal transformou-se num dos países mais avançados do mundo no tratamento à igualdade de gênero. As leis criadas nos últimos 10 anos possibilitaram que um número grande de homens e mulheres trans conseguissem se integrar à sociedade", explica Nuno Pinto, investigador do ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa e diretor da associação lusa Ilga (Intervenção Lésbica, Gay, Bissexual e Transgênero).
Medo da violência
Gisberta nasceu Gisberto, em São Paulo, caçula de uma família com oito filhos. Ainda na infância dava sinais de que estava num corpo que não correspondia à sua identidade de gênero. Após a morte do pai, confessou à família, ainda na adolescência, que gostaria de ser mulher. Aos 18 anos, com medo da crescente violência contra transexuais na capital paulista, optou por se mudar para a França.
Mais tarde, já depois de realizar tratamento hormonal e fazer implante de silicone nos seios, Gisberta mudou-se para o Porto, no Norte de Portugal. Rapidamente enturmou-se na cena gay local. Fazia apresentações de transformismo em bares e boates. A vida como artista, contudo, não gerava dinheiro suficiente para pagar as contas. Como complemento de renda, recorreu à prostituição.
A imigrante brasileira possuía visto de residência e adaptou-se à vida em Portugal. Os contatos com a família eram raros. Com o passar dos anos, no entanto, sua situação começou a se deteriorar.
Os sinais no corpo de que era portadora do vírus HIV impossibilitaram a brasileira de se sustentar pela prostituição. O nome masculino e o corpo de mulher impossibilitavam que obtivesse trabalho. Desempregada, não conseguiu renovar o visto de residência e passou ao status de imigrante ilegal. Sem dinheiro para pagar as contas, teve de deixar o apartamento em que morava no Porto.
Depois de passar por alguns hospitais para tratar de doenças provocadas pela Aids, encontrou abrigo em um prédio em obras abandonado no Porto. No fim de dezembro de 2005, três adolescentes começaram a frequentar o edifício para pichar suas paredes. Um deles reconheceu Gisberta, que havia improvisado um barracão com seus pertences no local, agora seu lar.
Filho de uma mulher que se prostituía, Fernando conheceu Gisberta quando tinha a idade de 6 anos e ficava aos cuidados de uma babá que amparava crianças nessa situação. A brasileira era conhecida dessa babá e passou a relacionar-se com a mãe do garoto.
Fernando e seus dois amigos frequentavam a escola e uma instituição administrada pela Igreja Católica chamada Oficina de São José. As visitas passaram a ser regulares, e Gisberta confidenciou que estava debilitada pelo HIV e o consumo de drogas 'pesadas', em especial cocaína. Comovidos, eles passaram a levar comida para ela e chegaram até mesmo a cozinhar no prédio abandonado, segundo consta no processo que tratou do crime.
Algum tempo depois, os garotos contaram a colegas sobre Gisberta, que descreveram como "um homem que 'tinha mamas' e 'parecia mesmo uma mulher'". As visitas, que até então eram solidárias, transformaram-se num incompreensível ato de violência extrema e gratuita. Os 14 jovens – entre os 12 e os 16 anos – dividiram-se em grupos que revezavam-se para espancar, violentar e humilhar a brasileira.
Durante três dias, Gisberta foi agredida a pedradas, pauladas e chutes. Foi sexualmente torturada com o uso de pedaços de madeira e teve o corpo queimado com cigarros. Entre 21 e 22 de fevereiro, os jovens voltaram ao prédio abandonado. A brasileira não respondia a qualquer estímulo. Ao julgarem que estava morta, planejaram como desaparecer com o corpo.
Primeiro pensaram em queimá-lo, mas desistiram por medo de que a fumaça atraísse a atenção de seguranças que trabalhavam num parque próximo. Depois imaginaram enterrá-lo, mas não tinham as ferramentas necessárias. Então, optaram por atirá-la ao fosso do prédio, que estava cheio de água. Gisberta estava inconsciente, mas ainda viva. Morreu afogada.
O corpo de Gisberta foi descoberto no mesmo dia. Um dos adolescentes confessou o crime a uma professora da escola em que estudava. No dia seguinte, os jornais tratavam do assassinato do "travesti" e do "imigrante sem-teto" no Porto.
O caso ganhou proporções inéditas na mídia e na sociedade portuguesas nos meses seguintes. Associações de defesa dos direitos dos homossexuais organizaram manifestações pelo país e fizeram vigília em frente ao prédio onde Gisberta fora assassinada. A imprensa acompanhava todos os desdobramentos do caso, enquanto lutava contra os próprios estereótipos sobre os transexuais.
"No começo, para a imprensa a Gis era 'o Gisberto', um trans soropositivo morto. Não havia fotos dela nas reportagens, apenas os estereótipos. Nós fizemos uma campanha, conseguimos fotos e distribuímos para os jornais e TVs. Foi assim que ela ganhou uma cara, foi humanizada e passou a ser tratada melhor com o passar dos meses", conta Sérgio Vitorino.
A autópsia do corpo da brasileira confirmou lesões na cabeça, pescoço, membros inferiores e superiores, laringe e traqueia, abdômen, intestinos e rins. Além disso, identificou múltiplas equimoses, infiltrações hemorrágicas, escoriações e infiltrações sanguíneas. Mas a causa mortis foi afogamento, o que ajudou os acusados.
Os menores, que antes tinham sido acusados de homicídio qualificado, tiveram a acusação alterada para ofensas corporais qualificadas. O único que poderia ser julgado como adulto foi o mais velho, que tinha 16 anos - mas o restante do grupo testemunhou que ele apenas assistiu às agressões, mas não chegou a participar.
Ele, então, foi condenado a oito meses por omissão de auxílio, ou seja, por não ter ajudado a uma pessoa que corria risco de morte. Entre julho e setembro de 2007, apenas um ano e meio após o assassinato, todos estavam livres.
"O juiz disse, textualmente, que o assassinato foi 'uma brincadeira de mau gosto de crianças que fugiu ao controle'. Gisberta foi amarrada em um pedaço de madeira e atirada ao fosso, mas o julgamento, no fim, determinou que quem a matou foi a água, e não as pessoas que a atiraram lá", recorda Vitorino.
A frustração com o resultado do julgamento mobilizou os movimentos em defesa da igualdade de gênero. Leis de proteção a homens e mulheres trans foram aprovadas. Desde 2011, para que uma pessoa consiga mudar o nome e gênero em seus documentos basta um parecer médico.
No Brasil, a cirurgia de troca de sexo não é necessária, mas a alteração não é tão simples. É preciso ter laudo psiquiatra e psicológico, além do testemunho de amigos de que a pessoa é tratada pelo nome que escolheu.
"Nos últimos anos, Portugal passou a enxergar os transexuais com um olhar humano. Quando vemos uma notícia sobre homens e mulheres trans na mídia, na maior parte dos casos é sob a perspectiva dos direitos humanos. Ainda existe um longo caminho a percorrer em muitos aspectos, mas houve uma evolução notável nessa última década", avalia Nuno Pinto.
"Claro que o caso Gisberta tem um papel de destaque nessas mudanças. A história dela está presente no fortalecimento da causa LBGT em Portugal, no amadurecimento da mídia, nas leis que foram aprovadas. Houve um antes e um depois da Gisberta", avalia Vitorino.
A história da brasileira foi transformada em peça de teatro, em documentário e na canção Balada de Gisberta, composta pelo português Pedro Abrunhosa e interpretada por Maria Bethânia.
Seu corpo está enterrado em São Paulo. Mas sua presença ainda é marcante em Portugal, onde se transformou numa bandeira para a igualdade de gênero e os direitos humanos.

Uma luz no fim do túnel: Finalmente cura para o HIV?


Cientistas britânicos acabam de desenvolver um tratamento que provavelmente poderá ser o tão esperado tratamento definitivo para curar efetivamente os portadores do vírus HIV. Há muito que já se especulava acerca de prováveis curas, até mesmo com métodos nada convencionais e sem comprovação científica.

Entretanto, neste ano, recebemos uma boa notícia! Pesquisadores de cinco das principais universidades britânicas, junto com a NHS (Sistema de Saúde Britânico) acabam de desenvolver um tratamento pioneiro, ainda em fases de teste, claro. 50 pacientes portadores do vírus HIV foram submetidos ao tratamento. Ao examinar um dos 50 pacientes, não fora encontrado nenhum traço do vírus em seu sangue, o que pode apontar um provável sucesso no experimento. Mas como todo cientista realmente competente e responsável, eles afirmam ainda ser cedo para constatar se a cura foi de fato efetiva. Ainda precisará passar por um longo período de acompanhamento para constatar se de fato o paciente está curado, ou se o vírus estava apenas adormecido.
O tratamento consiste em 3 etapas:

1-Administração de medicamentos anti-retrovirais para prevenir que as células T – células do sistema imunológico infectadas pelo vírus – continuem expelindo milhões de cópias do vírus.

2-Infectar os pacientes com um vírus que estimula o sistema imunológico, dando-lhe a capacidade de encontrar e destruir as células T infectadas.

3-Administrar no paciente um segundo medicamento conhecido como vorinostat que ativa as células T dormentes, forçando-as a expressar proteínas associadas ao HIV e sinalizando-as ao sistema imunológico que pode, em seguida, destruí-las. Esta técnica tem sido chamada de estratégia ‘chutar e matar’ (tradução livre do inglês ‘kick and kill’).

O objetivo desse tratamento é remover todos os traços do vírus no corpo do paciente, incluindo as células reservatório (células que servem como incubadoras dos vírus). É justamente a presença dessas células reservatório, que dificulta ainda o diagnóstico final de cura, pois as mesmas podem guardar formas dormentes do vírus por um longo período de tempo, até mesmo muitos anos, que depois se reativarão, reiniciando a infecção.

Em seu depoimento, o paciente que assou pelo exame afirma:

“Seria ótimo se a cura tivesse acontecido. Meu último exame de sangue foi há algumas semanas e não foi encontrado nenhum vírus. No entanto, isso pode ser resultado da terapia anti-retroviral, por isso é necessário esperar para ter certeza”, disse o paciente, de 44 anos de idade, ao jornal inglês The Sunday Times.

Mesmo que ainda leve um certo tempo para que esta possa de fato se tornar uma terapia real e viável, finalmente traz uma luz de esperança para as pessoas que convivem diariamente com a infecção e precisam se submeter aos tratamentos de coquetéis anti-retrovirais.

Acredito que nos próximos 5 ou 10 anos, se esta terapia for realmente aprovada, finalmente o terror do destino que geralmente abate essas pessoas, poderá chegar ao fim. Marlon

Caio


Eu preciso muito, muito de você. Eu quero muito, muito você aqui de vez em quando nem que seja, muito de vez em quando. Você nem precisa trazer maçãs, nem perguntar se estou melhor. Você não precisa trazer nada, só você mesmo. Você nem precisa dizer alguma coisa no telefone. Basta ligar e eu fico ouvindo o seu silêncio. Juro como não peço mais que o seu silêncio do outro lado da linha ou do outro lado da porta ou do outro lado do muro. Mas eu preciso muito, muito de você.
Caio Fernando Abreu

Caio


Se você tivesse chegado antes, eu não teria notado. Se demorasse um pouco mais, eu não teria esperado. Você anda acertando muita coisa, mesmo sem perceber. Você tem me ganhado nos detalhes e aposto que nem desconfia. Mas já que você chegou no momento certo, vou te pedir que fique.
Mesmo que o futuro seja de incertezas, mesmo que não haja nada duradouro prescrito pra gente. Esse é um pedido egoísta, porque na verdade eu sei que se nada der realmente certo, vou ficar sem chão. Mas por outro lado, posso te fazer feliz também. É um risco. Eu pulo, se você me der a mão.
Caio Fernando Abreu