Surpresa

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sábado, 2 de junho de 2018

Lauro


Não há força mais poderosa no mundo
do que uma idéia incendiada pela fé.

Lauro Trevisan

sexta-feira, 1 de junho de 2018

Gosta de parafilias ?


Depois de ter enfiado o meu dedo no cu do meu professor de Educação Física aquele dia no banheiro, eu não conseguia parar de pensar naquele rabão que ele tinha durante as aulas. Eu simplesmente não tirava os olhos da bunda dele. Ele costumava ir de calça moletom, enfiava as mãos nos dois bolsos, o que ressaltava seus glúteos ainda mais.

Enquanto ele estava observando os outros meninos jogando bola, ele direcionava o olhar para mim e me pegava admirando seu rabo, então me dava uma piscadela e um sorriso de canto, safado.

Um dia ele me parou sozinho nos corredores da escola e puxou assunto, “E aí monstro”, disse me tocando minha nuca e apertando de leve. “Você não é muito de jogar bola né. Devia. Com três pernas você ia tá com uma puta vantagem”, e riu. Ele parecia estar obcecado pelo meu pau.

“Você tá um pouco magrinho rapaz. Tá precisando ganhar um pouco de massa pra ficar proporcional, ehehe”, e continuou, “Vou tá hoje à tarde na praia, lá pras 5:00 h, dando uma corridinha, fazendo umas abdominais. Aparece por lá, beleza?”. Balancei com a cabeça em sinal positivo. “Mas aparece mesmo, em”.

Dando o horário, eu fui com uma regata, um short e a sunga por baixo. Apesar de querer ir de sunga para a praia eu tinha vergonha e não tirava o short a não ser que não tivesse ninguém por perto. Chegando lá, avistei alguém correndo de sunga branca ao longe que, pelo corpo, parecia com ele.

Ele me identificou imediatamente, pois logo acenou. Demos um aperto de mãos logo que nos aproximamos. Não consegui tirar os olhos daquele corpo bem definido, os pelos que iam do seu peito, desciam por sua barriga, até se esconderem dentro de sua sunga branca que marcava seu pau. “Fiquei na dúvida se você vinha mesmo”, disse enquanto passava os dedos entre os pelos da sua barriga. “Vamos dar uma volta pra lá”, e apontou para uma área quase deserta.

“Tira a camisa aí, pô, fica de sunga”, disse quando estávamos bem afastados das pessoas. Falei que não, balançando a cabeça. “Ah, eu vou tirar para você então em”, e veio por trás de mim, colou o seu abdômen e peito nas minhas costas, me envolvei com seus braços fortes enormes e começou a levantar a minha camisa. Não relutei. Enquanto ele tirava minha camisa, aproveitava para passar as mãos pelo meu corpo discretamente.

“Você tá saradinho, cara”, disse após ter tirado minha regata. “Só falta o short agora... eu vou ter que tirar também?”, disse vindo na minha direção, eu me afastei um pouquinho e ele desistiu. Eu estava meia bomba, tentando me esconder e me controlando para não chamar atenção. Mas acho que ele já tinha percebido.

Paramos e ficamos conversando. Aquele corpo perfeito na minha frente me fez perder todo o controle e meu pau estava duro como pedra no meu short, fazendo um volume indisfarçável. Ora e meia ele olhava para o meu pau rapidamente enquanto nos conversávamos, as vezes olhava para o chão e brincava com a areia com os pés apenas para apreciar o meu volume mais demoradamente.

Ele resolveu brincar me usando como peso. Eu segurava no seu braço e ele me levantava. Enquanto brincávamos, o pau dele começou a crescer na sunga também, mas ele continuava conversando normalmente. Ele chegava a pulsar o pau, com isso, eu fiquei mais despreocupado, não estava mais constrangido, muito pelo contrário.

Resolvi tirar o short e ficar só de sunga. Exibindo o meu caralho duro para ele, que olhou e nada comentou. Mas os olhares se tornaram mais frequentes e parecia estar salivando por dentro.

Dentre as brincadeiras, ele resolveu me colocar nos seus ombros. E, ao me levantar, meu pau fica colado atrás de sua cabeça. Aproveitei para passar minhas meus pelo seu cabelo. Depois ele foi fazer flexões e pediu que eu sentasse nas suas cosas e assim o fiz. “Mais para baixo”, ele pediu. “Não, melhor deitar”, e deitei sobre o seu corpo, grudando os nossos corpo, envolvendo-o com meus braços e tocando sua barriga e peito. “Isso”, falou quando eu colei o meu pau na sua bunda.

“Segura firme”. E eu apertei mais meu corpo contra o dele, colei meu rosto, boca, nas suas costas. Depois pediu que eu saísse de cima dele e disse que precisava dar uma mijada. Falei que também queria e fomos para a vegetação.

Chegando lá ele disse que antes iria mostrar o agachamento que ele faz para ter aquela bunda e mandou eu me sentar. Obedeci. Ele tirou a sunga, arrancou meu pau para fora, posicionou na entrada do seu cu e começou a forçá-lo para dentro enquanto olhava para mim.

Não demorou e ele engoliu a cabeça larga do meu pau, cuspiu na mão e lubrificou meu caralho, e foi deslizando por cada centímetro de pica. Chegando na base, ele deu um urro, pressionou nossos corpos e deu uma baita rebolada. O puto começou a subir e descer com muita facilidade. Ele tirava meu pau para fora e colocava de novo descendo até sua bunda encostar nas minhas bolas.

Meu corpo tremia com suas sentadas fortes e frenéticas. “Esse aqui é o treino leve, já peguei mais pesado”, ele disse para mim. Me senti o amador que eu, de fato, era. Ele se levantou e se inclinou em um troco com o cu virado para mim. Me esperando cravar o pau.

Ele tinha um cuzão largo. Parecia bem usado mesmo. Fiquei depois imaginando quantos machos já tinham enfiado a pica naquele homem. Seu rabo era tão enorme que fazia qualquer pau parecer pequeno, minha pica desaparecia dentro dele.

Eu metia fundo, com força e rapidez, querendo castigar aquele puto. Mas ele gemia de prazer cada vez mais. “O que é isso”, ele me perguntou, confuso. “Eu tô mijando”, respondi dando um tapa no seu rabo. Eu estava mijando dentro do cu do meu professor. Foi o jeito que encontrei de mostrar para ele que eu não era tão amador assim. Era como se eu fosse um animal demarcando o meu território.

Ele se surpreendeu e gostou daquela sensação. Cravei meu pau tão fundo quanto eu podia e gozei dentro dele. Tirava para fora e metia tudo e novo. Ele já estava tão arrombado que meu mijo e porra escorriam com facilidade de dentro do seu cuzão. Para finalizar deu uma super mijada na boca dele, ele delirou de tezão .

“Caralho”, ele exclamou. “Nota 10. Se continuar assim, passa de ano”, e me beijou na boca deliciosamente. Demos um mergulho e fomos embora.
Na semana seguinte repetimos tudo, mas ele levou outros garotos( trabalhadores do sexo) pois sua maior fantasia era varias mijadas de macho em sua boca ao mesmo tempo.


O que é EPISTEMOLOGIA?


A epistemologia é o ramo da filosofia que se ocupa do estudo da natureza do conhecimento, da justificação e da racionalidade da crença e dos sistemas de crenças, em outras palavras, de toda a Teoria do Conhecimento. Usado pela primeira vez pelo filósofo escocês James Frederick Ferrier, o termo epistemologia é composto das palavas "episteme" e "logos". Episteme significa "conhecimento" e Logos significa "palavra", embora seja mais usado no sentido de "estudo" ou "ciência".

O filósofo Jonathan Dancy procurou expandir o conceito, defendendo que a epistemologia trata de "posturas cognitivas", o que incluiria tanto nossas crenças, em sentido amplo, quanto aquilo que pensamos ser conhecimento. Nesta análise, um dos propósitos da epistemologia seria verificar se agimos de modo responsável ou irresponsável ao formar e manter as crenças que temos.

Ainda de acordo com Dancy, a epistemologia não se limita a analisar as crenças que temos, mas busca entender quais crenças deveríamos ter.

O cerne da epistemologia trata de quatro áreas fundamentais:

1-Análise filosófica da natureza do conhecimento e como o conhecimento se relaciona com a verdade, crença e justificação.
2-Problemas relativos ao Ceticismo, ou questões derivadas deste.
3-Critérios para se afirmar que algo é conhecido e justificado.
4-O alcance do conhecimento e as fontes da crença justificada.
No desenvolvimento destas quatro áreas fundamentais, três pontos acerca da natureza do conhecimento ocuparam a mente dos filósofos, "saber que", "saber como" e "conhecimento por familiaridade".

A distinção entre o "saber que" e o "saber como" se dá na forma de uma distinção entre conhecimento teórico e conhecimento prático, da atuação envolvendo aquele conhecimento, um exemplo clássico é andar de bicicleta, situação em que o conhecimento teórico de física envolvendo o equilíbrio não é suficiente para determinar que alguém será capaz de efetivamente equilibrar-se sobre a bicicleta e pedalá-la. Este conhecimento do equilíbrio é o "saber que", enquanto a capacidade de efetivamente andar de bicicleta, mesmo sem possuir o conhecimento teórico que explica o equilíbrio, é o que, em epistemologia, chama-se "saber como".

De acordo com o filósofo inglês Bertrand Russell, o que chamamos de "conhecimento por familiaridade" é adquirido por uma interação causal direta, isto significa que existe uma experiência direta, não mediada, que é causa deste conhecimento. Esta explicação tem por base a distinção entre "mediação" e "não mediação". A mediação ocorre quando adquirimos conhecimento, ou o que pensamos ser conhecimento, por meio de uma estratégia, por exemplo, a inferência. Neste caso partimos de algo conhecido e inferimos algo desconhecido. Como quando inferimos que o Inverno será ameno pois o Outono foi ameno. A não mediação ocorre quando não recorremos a conhecimentos anteriores, por exemplo, quando abrimos os olhos pela manhã e imediatamente sabemos que é manhã.

Os dados dos sentidos acerca do objeto observado são tudo com que a pessoa pode se familiarizar – adquirir conhecimento por familiaridade. No que concerne os próprios pensamentos e ideias, provavelmente o ponto de maior discussão acerca da natureza do conhecimento, como outros filósofos contemporâneos, Russell mantém a proposta cartesiana de que uma pessoa pode ter conhecimento de si mesmo, embora não possa ter conhecimento por familiaridade da mente de outras pessoas, uma vez que não interage pelos dados dos sentidos com este objeto interno, a mente da outra pessoa, podemos apenas supor que uma mente existe pela observação do comportamento da pessoa.

Esta questão traz a tona discussões tradicionais da filosofia, como o "cogito ergo sum" – penso logo existo – de Descartes, mas também invoca discussões modernas em filosofia da mente e filosofia da linguagem, envolvendo grandes pensadores do nosso tempo, como Wilfrid Sellars e David Chalmers.
Marlon( Príncipe maluco)


Caio Fernando


Só que homossexualidade não existe, nunca existiu. Existe sexualidade - voltada para um objeto qualquer de desejo. Que pode ou não ter genitália igual, e isso é detalhe. Mas não determina maior ou menor grau de moral ou integridade.

Caio Fernando Abreu

Fernando


Menos pela cicatriz deixada, uma ferida antiga mede-se mais exatamente pela dor que provocou, e para sempre perdeu-se no momento em que cessou de doer, embora lateje louca nos dias de chuva.

Caio Fernando Abreu

Caio


E tudo que eu andava fazendo e sendo eu não queria que ele visse nem soubesse, mas depois de pensar isso me deu um desgosto porque fui percebendo (...) que talvez eu não quisesse que ele soubesse que eu era eu, e eu era.

Caio Fernando Abreu

Meu bem


Não, meu bem, não adianta bancar o distante: lá vem o amor nos dilacerar de novo...

Caio Fernando Abreu

Penso


Penso, com mágoa, que o relacionamento da gente sempre foi um tanto unilateral, sei lá, não quero ser injusto nem nada - apenas me ferem muito esses teus silêncios.

Caio Fernando Abreu

Dói


[...] sabe que o meu gostar por você chegou a ser amor, pois se eu me comovia vendo você, pois se eu acordava no meio da noite só pra ver você dormindo, meu Deus... como você me doía! De vez em quando eu vou ficar esperando você numa tarde cinzenta de inverno, bem no meio duma praça, então os meus braços não vão ser suficientes para abraçar você e a minha voz vai querer dizer tanta, mas tanta coisa que eu vou ficar calada um tempo enorme... só olhando você, sem dizer nada só olhando e pensando: Meu Deus, mas como você me dói de vez em quando!

Caio Fernando Abreu

Abreu


No fim destes dias encontrar você que me sorri, que me abre os braços, que me abençoa e passa a mão na minha cara marcada, na minha cabeça confusa, que me olha no olho e me permite mergulhar no fundo quente da curva do teu ombro. Mergulho no cheiro que não defino, você me embala dentro dos seus braços e você me beija e você me aperta e você me aquieta repetindo que está tudo bem, tudo, tudo bem.

Caio Fernando Abreu

Fernando


Algumas vezes eu fiz muito mal para pessoas que me amaram. Não é paranóia não. É verdade. Sou tão talvez neuroticamente individualista que, quando acontece de alguém parecer aos meus olhos uma ameaça a essa individualidade, fico imediatamente cheio de espinhos - e corto relacionamentos com a maior frieza, às vezes firo, sou agressivo e tal. É preciso acabar com esse medo de ser tocado lá no fundo. Ou é preciso que alguém me toque profundamente para acabar com isso.

Caio Fernando Abreu

Caio


Eu quis tanto ser a tua paz, quis tanto que você fosse o meu encontro. Quis tanto dar, tanto receber. Quis precisar, sem exigências. E sem solicitações, aceitar o que me era dado. Sem ir além, compreende? Não queria pedir mais do que você tinha, assim como eu não daria mais do que dispunha, por limitação humana. Mas o que tinha, era seu.

Caio Fernando Abreu

Será?


‘’Perdoar é uma forma muito injusta de amar, a vida me revela só por hoje que existe o lado obscuro da virtude, assim como existe o lado ILUMINADO do defeito’’.
MARLON

Esquecer?


Esperar dói, esquecer dói, mas não saber se deve esperar ou esquecer é a pior das dores.

Caio Fernando Abreu

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MARLON DE ALBUQUERQUE