Adélia Prado
Sou MARLON DE ALBUQUERQUE , filosofo, poeta, colunista, escritor e psicanalista . Esse blog transita pelo território da liberdade, sou livre por dentro então aqui você pode encontrar orações,enquetes, poesias, literatura, protesto social, vídeo erótico - recreativo, receita de bolo, filosofia, variações sexuais, filmes, atualidades e muitas PARAFILIAS . Barulho do vento é a totalidade da vida humana em pauta. Estamos abertos para criticas, elogios e comentários, por favor, PARTICIPE!
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
Abimael Borges
O GOSTO DO SEXO SEM ROSTO
Tem como não se apaixonar? Comprei o livro apenas por curiosidade… ao começar a ler me senti totalmente preso ao personagem, nunca me envolvi tão rápido com alguém como me envolvi com esse baiano emoção que é o Diego. Não só recomendo como digo que é o melhor livro sobre o tema da atualidade, totalmente real, totalmente explicito sem ser vulgar. Mostra um lado da prostituição masculina que não se encontra na TV. Abraços e sucesso ao autor!
Jeferson Callado
Por Marcos Steidle
O Gosto do Sexo Sem Rosto é uma leitura que abala paradigmas e tabus relacionados à sociedade contemporânea. De forma cronológica, sem divisão em capítulos nem rodeios, o autor Marlon de Albuquerque escancara a marginalização do indivíduo diante de suas dualidades sob a reflexiva perspectiva de vida do protagonista narrador, o jovem poeta alagoinhense cujo pseudônimo é Diego. De origem humilde, os problemas familiares dele começam a reorientar seus planos de vida; na busca por melhores condições de sobrevivência, ele vem morar em São Paulo, onde acaba se tornando garoto de programa. Entre apimentadas e picantes relações, Diego explora todas as suas definições – da experiência simples de um jovem que se fascina com peixes e adora goiabada até o jogo adulto da atração e sedução. O livro contrasta e questiona a todo instante, de maneira paralela e conexa, a realidade, as relações de identidade, sexualidade, o amor e moralidade sem qualquer tipo de censura ou pudor, mas que não deixa vagar as condições afetivas e sociais dos personagens envolvidos.
MARCOS V. A. STEIDLE
Lindas palavras

O livro O Gosto do Sexo Sem Rosto, do escritor Marlon de Albuquerque,trata-se de um engenho literário com um poder extraordinário de poesia que se levanta através de suas páginas. O autor delineou em sua obra a imagem de um prosador que escreve iluminado pelo poeta existente em sua personalidade. É por vários motivos um livro singular, não apenas por ser considerado literário; por possuir qualidades literárias que ficaram latentes em decorrência do talento excepcional desse artesão de palavras.
O escritor conseguiu em seu enredo, na espinha dorsal da sua trama, no arcabouço da sua obra em forma de espiral, algo que consideramos e denominamos como “literatura marginal”. No bom sentido chamamos assim porque encontra-se “à margem” do que se é normal e considerado literatura, conceito este ultrapassado no universo acadêmico. Pois, sabemos muito bem que os estudiosos e críticos da área estão se debruçando justamente neste tipo de obra, às quais podemos ressaltar a literatura do negro, do presidiário, a feminina, a do homossexual, entre outras.
O autor demonstrou através do citado livro o seu requinte estilístico, comumente, é livro que está sendo comentado, e percebe-se que será mais ainda no universo homossexual. Aos poucos ele está conquistando o seu lugar, como um movimento de luta. Paga o tributo desta obra numa indisfarçável aversão a certo fragmento do universo gay existente, o qual entre outros, existe aquele que se preocupa com o narcisismo e a futilidade deixando completamente de lado a subjetividade de cada um, que vai muito mais além que um corpo definido de academia e outras coisas fúteis, fáceis de encontrar nesta comunidade.
Gilvan Santos- Aracaju
Obrigado mil vezes
Sensacional, emocionante, envolvente, comovente. Livro para ler e saborear cada página, sempre esperando pelo próximo acontecimento, simplesmente cativante! Eu, particularmente, não sabia que havia esse universo do sexo. Com certeza muito curioso, intrigante e instigante. Recomendo.
Wanderley Aragão
O gosto, o sexo e o rosto
MICHAEL JHOS
Mais alegrias
Confesso que fiquei vislumbrado com este mundo que me foi apresentado e passei a enxergar suas cores mais vivas e mais sentimentais. Como todo ser humano, julgamos sem ao menos perguntar...porém depois desta história, será impossível alguém criar quaisquer julgamentos neste mundo tão incompreendido do mercado do prazer. Parabéns ao autor Marlon e espero um dia poder conhecer este personagem que me encantou com sua história e lhe desejar todo sucesso do mundo. ENZO GUILHERME
segunda-feira, 29 de setembro de 2014
Leitores obrigado sempre pelos depoimentos
Oi, Marlon!
"uma vida nada fácil - por Cinthya Marques"
O que leva algumas pessoas a entrarem para a prostituição? Como funciona esse mundo? Quais são os sentimentos dos envolvidos - garotos (as) de programa e clientes? O filósofo Marlon Albuquerque mostra a realidade através do livro "o gosto do sexo sem rosto".
Trata-se da história de Diego; um migrante nordestino que, rechaçado pelo pai e sem perspectiva de emprego, é obrigado a pedir abrigo em um prostíbulo na região de Santana em troca de casa, comida e alguns reais.
Nesse local, o protagonista se depara com o assédio moral do cafetão, exploração, crise de identidade sexual, competitividade, mas também faz amigos e vive uma história de amor com um de seus clientes.
É uma história comovente e mostra a crueldade de um universo que, ao contrário do que alguns pensam, não é nada glamourizado. O livro tem uma narrativa agradável e, não raras vezes, o leitor torce pela felicidade de Diego.
Boa leitura a todos!"

domingo, 28 de setembro de 2014
O fim da homoafetividade pode salvar o planeta?

Solução evangélica para a fome: o fim da homossexualidade.
Solução evangélica para a violência: o fim da homossexualidade.
Solução evangélica para qualquer crise econômica: o fim da homossexualidade.
Solução evangélica para o desemprego: o fim da homossexualidade.
Solução evangélica para o ebola: o fim da homossexualidade.
Solução evangélica para o conflito Israel x Palestina: o fim da homossexualidade.
Eu ainda não sei qual é a relação mágica entre dar o cu e os problemas da humanidade, isso é algo que me escapa.
Bom, galera, acho melhor vocês encontrarem soluções político / filosóficas para os problemas sociais, porque parar de dar o cu...o povo não vai não. Fui claro ou vou ter de desenhar?
Cu
Alfredo Karras .
Vote 50
"Os homossexuais, travestis e lésbicas sofrem uma violência constante. Por que as pessoas que defendem tanto a família se recusam a reconhecer como família um casal de pessoas do mesmo sexo? O casamento civil igualitário é fundamental para que possamos reconhecer juridicamente qualquer tipo de família. Estou defendendo todas as famílias, não importa se são 2 homens ou 2 mulheres. O que importa é que as pessoas se amem."
Luciana Genro

A nossa diferença
Uma vez eu disse que a nossa diferença fundamental é que você era capaz apenas de viver as superfícies, enquanto eu era capaz de ir ao mais fundo, você riu porque eu dizia que não era cantando desvairadamente até ficar rouca que você ia conseguir saber alguma coisa a respeito de si própria, mas sabe, você tinha razão em rir daquele jeito porque eu também não tinha me dado conta de que enquanto ia dizendo aquelas coisas eu também cantava desvairadamente até ficar rouco, o que eu quero dizer é que nós dois cantamos desvairadamente até agora sem nos darmos contas, é por isso que estou tão rouco assim, não, não é dessa coisa de garganta que falo, é de uma outra de dentro, entende? Por favor, não ria dessa maneira nem fique consultando o relógio o tempo todo, não é preciso, deixa eu te dizer antes que o ônibus parta que você cresceu em mim de um jeito completamente insuspeitado, assim como se você fosse apenas uma semente e eu plantasse você esperando ver uma plantinha qualquer, pequena, rala, uma avenca, talvez samambaia, no máximo uma roseira, é, não estou sendo agressivo não, esperava de você apenas coisas assim, avenca, samambaia, roseira, mas nunca, em nenhum momento essa coisa enorme que me obrigou a abrir todas as janelas, e depois as portas, e pouco a pouco derrubar todas as paredes e arrancar o telhado para que você crescesse livremente, você não cresceria se eu a mantivesse presa num pequeno vaso, eu compreendi a tempo que você precisava de muito espaço....
Não sei, não me interrompa agora que estou quase conseguindo, disponível só, não é uma palavra bonita? Sabe, eu me perguntava até que ponto você era aquilo que eu via em você ou apenas aquilo que eu queria ver em você, eu queria saber até que ponto você não era apenas uma projeção daquilo que eu sentia, e se era assim, até quando eu conseguiria ver em você todas essas coisas que me fascinavam e que no fundo, sempre no fundo, talvez nem fossem suas, mas minhas, e pensava que amar era só conseguir ver, e desamar era não mais conseguir ver, entende? Dolorido-colorido, estou repetindo devagar para que você possa compreender.
C.F.A.
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