Surpresa

Surpresa
Clique na IMAGEM agora por gentileza e tenha uma SURPRESA!

quarta-feira, 30 de outubro de 2019

Responda


Já votei em estelionatário , ladrão, corrupto , mas em assassino jamais!Voto em qualquer pessoa, menos nas cruéis , todos os eleitores e seguidores do senhor Jair tem as mãos sujas de sangue.
Afinal quem mandou matar Marielle Franco?
Marlon príncipe

Amo


sexta-feira, 25 de outubro de 2019

Esse cara sou eu


Até cortar os próprios defeitos pode ser perigoso. Nunca se sabe qual é o defeito que sustenta nosso edifício inteiro.

Clarice Lispector

Você gosta?


Transsexual é a pessoa que, por se sentir pertencente ao outro gênero, pode manifestar o desejo de fazer uma cirurgia no seu corpo para mudar de sexo, o que não acontece com as travestis.
Marlon Príncipe

Presidente de lixo


Mente vazia é oficina de Bolsonaro!
Marlon príncipe

Te aguardo carinhosamente!


Queridos leitores e seguidores, por gentileza me sigam no intagram, esse blog será desativado!
Muito obrigado de coração!
Marlon príncipe

quinta-feira, 24 de outubro de 2019

Ho’oponopono, Oração Original Morrnah Namalaku Simeona



Divino Criador, Pai, Mãe, filho - todos em um.
Se eu, minha família, os meus parentes e antepassados ofendemos Sua família, parentes e antepassados em pensamentos, fatos ou ações, desde o início de nossa criação até o presente, nos pedimos o Seu perdão. Deixe que isto se limpe, purifique, libere e corte todas as memórias, bloqueios, energias e vibrações negativas. Transmute essas energias indesejáveis em pura LUZ. E assim é.
Para limpar o meu subconsciente de toda a carga emocional armazenada nele, digo uma e outra vez durante o meu dia as palavras-chave do Ho’oponopono.
EU SINTO MUITO, ME PERDOE, EU TE AMO, SOU GRATO.
Declaro-me em paz com todas as pessoas da Terra e com quem tenho dívidas pendentes. Por esse instante e em seu tempo, por tudo o que não me agrada de minha vida presente
EU SINTO MUITO, ME PERDOE, EU TE AMO, SOU GRATO.
Eu libero todos aqueles de quem eu acredito estar recebendo danos e maus tratos, porque simplesmente me devolvem o que eu fiz a eles antes, em alguma vida passada.
EU SINTO MUITO, ME PERDOE, EU TE AMO, SOU GRATO.
Ainda que me seja difícil perdoar alguém, sou eu quem pede perdão a esse alguém agora, por este instante, em todo o tempo, por tudo o que não me agrada em minha vida presente.
EU SINTO MUITO, ME PERDOE, EU TE AMO, SOU GRATO.
Por este espaço sagrado que habito dia-a-dia e com o qual não me sinto confortável.
EU SINTO MUITO, ME PERDOE, EU TE AMO, SOU GRATO.
Pelas difíceis relações das quais guardo somente lembranças ruins.
EU SINTO MUITO, ME PERDOE, EU TE AMO, SOU GRATO.
Por tudo o que não me agrada na minha vida presente, na minha vida passada, no meu trabalho e o que está ao meu redor, Divindade, limpa em mim o que está contribuindo com minha escassez.
EU SINTO MUITO, ME PERDOE, EU TE AMO, SOU GRATO.
Se meu corpo físico experimenta ansiedade, preocupação, culpa, medo, tristeza, dor, pronuncio e penso: Minhas memórias, eu te amo! Estou agradecido pela oportunidade de libertar vocês e a mim.
EU SINTO MUITO, ME PERDOE, EU TE AMO, SOU GRATO.
Neste momento, afirmo que TE AMO. Penso na minha saúde emocional e na de todos os meus seres amados… TE AMO.
Para minhas necessidades e para aprender a esperar sem ansiedade, sem medo, reconheço as minhas memórias aqui neste momento.
SINTO MUITO, TE AMO.
Minha contribuição para a cura da Terra:
Amada Mãe Terra, que é quem Eu Sou…
Se eu, a minha família, os meus parentes e antepassados te maltratamos com pensamentos, palavras, fatos e ações desde o inicio de nossa criação até o presente, eu peço o Teu perdão deixa que isso se limpe e purifique, libere e corte todas as memórias, bloqueios, energias e vibrações negativas, transmute estas energias indesejáveis em pura LUZ e assim é.
Para concluir, digo que esta oração é minha porta, minha contribuição, à tua saúde emocional, que é a mesma minha, então, esteja bem. E na medida em que você vai se curando eu te digo que...
Eu sinto muito pelas memórias de dor que compartilho com você.
Te peço perdão por unir meu caminho ao seu para a cura.
Te agradeço por estar aqui para mim...

E TE AMO por ser quem você é.

terça-feira, 22 de outubro de 2019

Muito obrigado!



Alquimia da dor, a grandeza desse livro é imensurável, através da fragilidade, entendemos o poder das Marias.
Uma mulher poderosa, guerreira ilustra a dor e o prazer de ser mãe e mulher.
Foi maravilhoso ler esse livro, o qual explana detalhes arrepiantes e dolorosos. No fundo um duro cenário da vida real.
Fazendo com que nós leitores usemos a virtude da empatia, só assim corrigimos nossos fracassos e erros.
Deus te abençoe Marlon por esse livro maravilhoso.
Muito obrigado!
Beijos!
Josineide Albuquerque

terça-feira, 24 de setembro de 2019

Compre já



Esse e livro foi o mais difícil que já escrevi. Foram cinco anos de construção de roteiro, pesquisas,introdução, desenvolvimento e conclusão desse projeto ( tive o privilegio de contar com uma equipe de colaboradores demasiadamente capacitada) . Em muitos momentos, senti vontade de abandonar a obra; senti dores de parto, durante toda escrita, talvez pelo fato de escrever sobre pessoas tão próximas a mim. Mas, ao final dele, me senti sentado à mesa posta, celebrando com todos os meus leitores o triunfo da fé sobre tudo aquilo que há de diabólico no mundo.

Esse livro poderia se chamar, ”O SOFRIMENTO COMO LUGAR DE REVELAÇÕES ILUMINADAS”, pois jamais conheci em toda minha vida uma pessoa com tamanha capacidade de transformar lata em ouro, como Maria a “ heroína” dessa história.

Alguns nomes foram modificados a pedido das personagens.

Essa leitura chegou a suas mãos por um motivo, mas vai permanecer por outro. Sabe qual? Descubra, abrindo todas as torneiras da sua sensibilidade. Existem distâncias que não são geográficas, são do nosso vazio interior; não são percorridas pelos nossos pés, uma vez que são espirituais - somente pessoas incomuns conseguem trilhar esse caminho e, no final dele, encontrar a chave que nos liberta das correntes da alma.

Somos como rios. Um rio só chega ao mar depois de ter encontrado outros rios pelo caminho. É mixórdia do percurso, quando na solidariedade de encontros o rio vai se agigantando, deixando de ser só, tornando-se outros. Essa analogia nos faz bem, se entendermos o avesso dela.

Um livro que tem como pano de fundo a poesia retirada dos olhos de pessoas que aprenderam, pouco a pouco, a gerenciar suas próprias misérias no ventre do silêncio. Tem-se um longo processo singular da promessa encarnada dirigida do templo do coração, do relicário do ser ao ser.

Esse trabalho possui três marcas: humanismo, simplicidade e provocação. A primeira para nos devolver a nossa humanidade falida e nos lembrar, a todo tempo, que o outro caminhante ao nosso lado, cheio de feridas, nos recorda o que somos. Com esse confronto, não sabemos lidar. Daí nasce o nosso desprezo. Quando sofremos ou choramos somos todos iguais. Sábios e ignorantes, mestres e alunos, inocentes e culpados, ricos e pobres, famosos e anônimos, torturados e torturadores - somos todos iguais. A segunda para nos mostrar que, com a ausência das coisas simples, nunca atingiremos o almejado estado de nirvana. Finalmente, para nos perturbar, retirando, debaixo das sombras, as pessoas que a soci-edade insiste em colocar na moldura cruel da invisibilidade.

Como escritor, eu dou o direito ao grito, ao pranto e ao canto às pessoas que, até então, se encontravam fora do tecido social.

Espero com esse trabalho trazer um novo debate público, promovendo inclusão social a todos aqueles que a sociedade insiste em jogar nas periferias da vida, negando seu direito à visibilidade e ao amparo social.

O campo de batalha nasce nos escombros do mundo, nas esquinas do nosso ser. A mesa posta começa, quando do inesperado, uma mão se estende em direção à nossa e nos faz crer que a melhor alternativa é seguir rumo à terra prometida; ela existe e eu provo nesse livro. Siga rumo a ela, mesmo que rastejando. Sempre siga em frente, mais adiante você vai entender tudo. Páginas da vida cheias de enfrentamento, alegrias e limites iluminam com todas as suas contradições as páginas desse livro.

Encontra-se em suas mãos um texto que esconde, nas entrelinhas, punhados de remédios que curam as cicatrizes carregadas por nós, consciente ou inconscientemente no sentido analítico-existencial e espiritual.

Como filósofo e psicanalista, visitei as indigências do mundo, para desvendar o misterioso conceito de fé. Conversei com muita gente marcada pela vida, mas perseguidora de sonhos brilhantes, portanto esse livro é fruto de um trabalho criterioso de pesquisa, e da jornada da Maria - uma mulher que possui a dureza dos metais e a sensibilidade das flores, como diz o poeta. Não se trata de um livro de ficção. Confesso que coloquei punhados de minha fértil imaginação, mas, no geral, tudo que há aqui são histórias da vida real, nem sempre tão doce, nem sempre tão amarga.

É um livro sobre pessoas prenhes de fé, esperança e amor.

Mergulhei na mística das aspirações femininas para dar a palavra (em formato de canto) às mães de modo geral, especialmente as mães de presidiários, LGBTs, dependentes químicos, prostitutas, crianças com necessidades especiais, suicidas, abortados, cadeirantes, soropositivos e tantas outras.

A personagem central do livro é Maria - uma retirante nordestina que sonha com um futuro melhor para seus filhos, mas se esbarra em três pedras no caminho que serão apresentadas ao longo da leitura. A destemida Maria é “uma mulher que merece viver e amar como outra qualquer do planeta”, vale ressaltar que “quem traz na pele essa marca possui a estranha mania de ter fé na vida”.

O senso comum (nem sempre sensato) sabe que as drogas somente levam a dois caminhos: cemitério ou cadeia, mas Maria bordou sua história com linhas de fé e isso não a impediu de conhecer pelas escolhas de seu filho, Luciano, o quinto dos infernos, mas é com muita alegria que venho anunciar a passagem de Maria pelo inferno, sem, contudo, ter permanecido nele.

Entre o que a sociedade e a ciência dizem e os planos de Jesus há uma distância muito grande. Em meio a presídios, cemitérios e o quinto dos infernos, aqui personagens se reinventam derramando luzes onde antes só havia treva. Esse livro tem a missão salvífica de provar que não há mal que dure para sempre.

Eu, como pesquisador da alma humana, penso que é justamente aí que se manifesta a grandeza do altíssimo, a magia do mundo e o milagre doce de viver. É assim que se intui, de um modo ou de outro, que nenhuma mudança, por sutil que seja, pode ser feita sem uma dose de ruptura ou sacrifício.

Esse livro brotou em meu coração através de olhos de seres humanos que se encontravam enjaulados por pessoas, coisas, fatos e sintomas. Eu falo da prisão do pensamento. Não, apenas, a do corpo. O mundo chora o tempo inteiro e, muitas vezes, o remédio são mamadeiras de palavras, mas ninguém as quer oferecer. Eu me deparei com matérias humanas cruelmente feridas pelo mundo, mas cicatrizadas pela fé na vida, em Deus e na possibilidade de mudança.

Quem ler esse livro sentirá desejo natural de ojerizar todos os tipos de entorpecentes. Quem ler esse livro terá aberta a porta do coração e, a partir daí, o mundo não vai mudar, mas seu olhar sim. Terá um coração capaz de acolher a todos aqueles a quem a sociedade despreza, mas a quem Deus tem preferência. Estranho para você? Para mim também. Mas, quando Jesus voltar, seus amigos não serão aqueles ajustados socialmente e sim aqueles que não merecem ser escolhidos e é nessa mística que está à grandeza dele - um coração tão imenso que acolhe todos.

Talvez você ainda não tenha encontrado uma saída para seu sofrimento, porque ainda não teve coragem de mergulhar com inteireza no mistério dele.

Maria fez isso. Aceitou com resignação e humildade seu purgatório e provou pela sua história de fé e superação que o sofrimento é ponte e, se interpretado da forma certa, deixa de ser um calvário e se transforma em um lugar de revelações iluminadas.

Quando terminar de ler esse livro, feche os olhos e, infalivelmente, seu coração vai te dizer em alto e bom tom: Deus está presente o tempo inteiro.

Marlon de Albuquerque

Latindo



Estou tão atrasado, que nem tenho tempo de explicar.
Drogas e dor são iguais. . .
Quero pelo menos experimentar ainda que seja como sobremesa aquilo que os outros chamam de felicidade.
Não podemos retornar ao útero, mesmo quando às vezes tudo é infernal.
Hoje o dia não foi ruim, chorei , mas foi por hábito. Do nada me veio à sensação de não pertencer a esse mundo, me sinto e é uma brisa de sensação legítima de que sou apenas um casarão abandonado.
Saber-se quem é pode ser libertador, mas ainda tenho muitos medos . . .
Antes quando criança, eu desconfiava que somente a poesia pudesse mudar o mundo, hoje com cinqüenta e cinco tenho certeza, a poesia é a única chave que liberta a alma presa.
Todo mundo que tem coração de príncipe e a alma retalhada precisa de poesia o dia inteiro, é uma questão de vida ou morte. De modo que peço diga ao povo que vivo.
Jogaram-me aqui, sem manual de sobrevivência, sem senha, sem guia.
Eu acredito no amor, vou morrer acreditando, porque nascemos com um coração e morremos com o mesmo.
Minha alma raquítica e cérebro afetivo infantilizado nunca conseguiram entender outro caminho.
É tudo tão arriscado, me deram migalhas envenenadas de afeto e eu que sempre fui sedento pelo verdadeiro amor, fui com ele até sua terceira margem, voltei de pés descalços e espinhos na carne.
Conhecer o caminho de volta não é garantia de felicidade.
Agora preciso pagar o aluguel e o meu pedágio por cada dia de vida.
Quero dizer mais do que a vida me permitiu viver , mas tenho medo de minha mudez e vendavais .
Liturgia é a passagem de Deus por nós, desejo que um dia ele fique.Afinal Deus é amor?
Marlon Príncipe

quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Sol de primavera


Quando entrar setembro
E a boa nova andar nos campos
Quero ver brotar o perdão
Onde a gente plantou
Juntos outra vez

Já sonhamos juntos
Semeando as canções no vento
Quero ver crescer nossa voz
No que falta sonhar

Já choramos muito
Muitos se perderam no caminho
Mesmo assim não custa inventar
Uma nova canção
Que venha nos trazer
Sol de primavera
Abre as janelas do meu peito
A lição sabemos de cor
Só nos resta aprender

Já choramos muito
Muitos se perderam no caminho
Mesmo assim não custa inventar
Uma nova canção
Que venha nos trazer
Sol de primavera
Abre as janelas do meu peito
A lição sabemos de cor
Só nos resta aprender

Beto Guedes

terça-feira, 20 de agosto de 2019

sábado, 17 de agosto de 2019

Agosto


As entradas do meu rosto
E os meus cabelos brancos
Aparecem a cada ano
No final de um mês de Agosto
Há vinte anos você nasceu
Ainda guardo um retrato antigo
Mas agora que você cresceu
Não se parece nada comigo
Esse seu ar de tristeza
Alimenta a minha dor
Tua pose de princesa
De onde você tirou
Amanhã! Amanhã
Amanhã! Amanhã
Amanhã é 23
São 8 dias para o fim do mês
Faz tanto tempo
Que eu não te vejo
Queria o teu beijo
Outra vez
Amanhã! Amanhã
Amanhã! Amanhã
Amanhã é 23
São 8 dias para o fim do mês
Faz tanto tempo
Que eu não te vejo
Queria o teu beijo
Outra vez
Amanhã é 23
São 8 dias para o fim do mês
Faz tanto tempo
Que eu não te vejo
Queria o seu beijo
Outra vez
Amanhã, outra vez
Amanhã, outra vez
Amanhã
Fonte: Musixmatch
Compositores: Paula Toller Amora / George Israel