terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Não seja indiferente a dor alheia



Bruno,19anos, Aracaju,que segundo amigos, estava com depressão, pediu ajuda pela rede social mas não teve se quer um retorno, em seguida postou um vídeo com uma música de despedida, logo após, tomou uma grande quantidade de remédios, passou mal e foi levado para o hospital mas não resistiu. Bruno tinha dificuldade de lidar com sua homoafetividade e com a rejeição social em razão de sua orientação sexual. Talvez um bom psicanalista, bons amigos disponiveis para escutar e acolher, uma família mais aberta a diversidade pudesse evitar essa grande tragédia que abalou e entristeceu não somente Sergipe, mas o nordeste inteiro. O crime ocorreu hoje ,mas a dor ou remorso daqueles que foram indiferente ao seu sofrimento vai durar por muito tempo.Colegas e amigos deixaram mensagens de profundo pesar em sua rede social. O que na prática não significa absolutamente nada uma vez que quando desabamos, perdemos o rebolado a vontade de viver nenhuma mão se estende em direção a nossa para ajudar na travessia. Depois fica muito facil postar mensagens inférteis nas redes sociais, sendo que os mesmos, ''amigos'' ''familiares '' e etc . foram indireferentes aos seus gritos e pedidos de socorro.

Nenhum comentário:

Postar um comentário