Sou MARLON DE ALBUQUERQUE , filosofo, poeta, colunista, escritor e psicanalista . Esse blog transita pelo território da liberdade, sou livre por dentro então aqui você pode encontrar orações,enquetes, poesias, literatura, protesto social, vídeo erótico - recreativo, receita de bolo, filosofia, variações sexuais, filmes, atualidades e muitas PARAFILIAS . Barulho do vento é a totalidade da vida humana em pauta. Estamos abertos para criticas, elogios e comentários, por favor, PARTICIPE!
quarta-feira, 27 de julho de 2016
Emocionado
Clarice Lispector

Louca, hermética, mística, genial, inovadora: adjetivos que perpassaram toda obra escrita de Clarice Lispector. De origem pobre, a jovem escritora judia de sotaque engraçado, causa espanto e admiração no cenário da literatura nacional com o lançamento do seu primeiro livro: Perto do coração selvagem. O romance antecederia as principais características das obras subsequentes, a principal delas, o rompimento da lógica cartesiana no romance. Introspectiva para aqueles que não a entenderam, a escritora dá lugar ao pensamento, ao fluxo, escrevendo apenas, como que para salvar a vida de alguém (sem compromissos com o cânone), talvez a dela, como viria a dizer. Sua escrita é selvagem e convence apenas por ser; suas personagens, assim como sua criadora estão no limiar da descoberta, dos pequenos delitos, das fugas morais, na recriação do mundo e do próprio fazer literário. Em Clarice, biografia e obra se confundem, se misturam, a confissão impregnada nas personagens em terceira pessoa traz em seu cerne um naco grande de carne e essência da escritora, talvez, por isso, ela ficava oca quando terminava de escrever. A palavra para ela é além, é corpórea, matéria vertente, água em fluxo corrente.
Marlon-Príncipe maluco
sexta-feira, 22 de julho de 2016
Perdão
Marlon- Príncipe maluco
Por Max Dolafera-MG
É impossivel ler esse livro e continuar sendo a mesma pessoa. Pura reconciliação entre erotismo e afetividade!
Adoro quando autores fogem do ponto comum. Explora-se tanto uma literatura claramente comercial, que sobram poucos livros que fogem de uma estrutura já batida. O GOSTO DO SEXO SEM ROSTO me ganhou exatamentepor fugir do estilo de trama com grandes reviravoltas, amores ardentes e impossíveis e criaturas inomináveis. O que temos nesse livro é a vida, pura e simplesmente. A vida em páginas, em palavras, em literatura.
Sempre admirei a capacidade dos escritores de escrever histórias de muito interesse nem sempre repletas de dramas, de questões filosóficas, mas centradas em ações enraizadas no dia a dia, que refletem as pequenas frustrações cotidianas e dão uma sensação de satisfação ao leitor que se reconhece, que entende o drama emocional contido numa indecisão, num gaguejar, na dúvida excruciante. Poucos são mestres da insinuação, das reticências carregadas de emoção ou frustração. Essa maneira de retratar os pequenos dramas diários humaniza os personagens. Parte-se do pequeno gesto para se encontrar a verdade universal.
quarta-feira, 20 de julho de 2016
A pior das dores

Queria aprender a gerenciar tantos sentimentos ao mesmo tempo,queria sentar no colo maternal do mundo, chorar por tudo que se perdeu, por eu ter me perdido sem precisar dar explicações.Cada dia sei menos de mim.Já fui pranto, já fui canto, já fui tanto que prefiro esquecer.Quanto mais olho para mim puro de amor inocente mais a distancia aumenta e mais ainda me desconheço. Pai nosso que estais no céu santificado seja teu nome, porque tornastes meu coração morada derradeira de tantas contradições?
Marlon- Príncipe maluco.
domingo, 17 de julho de 2016
Carvão e ternura'' natural''

, acordei atormentado tudo era escuridão me veio à lembrança de um tempo que eu era criança e um homem de olho marrom orou por mim e pela primeira vez aos nove anos me senti gravido de tolice e Paraíso, e nem tudo que vive merece viver a julgar por um homem que matou uma criança começando a corta-la por dentro, isso alguém me disse no passado, experimentei a cegueira mansa e repleta de medo inocente, em meio a um pavor confortável caminhei um pouco e consegui acender a luz do quarto, quase morri de susto parecia-me que um mundo acabava de se apresentar para mim, fui tomado por uma saudade possuída de carinho de ontem pelo do mundo de antes, do escuro que não era escuro, do nada que me dei sempre por carinho e segurança. Somente no escuro eu conseguiria me percorrer inteiro sem ficar escandalizado já no meio do caminho, sentei no chão acendi um cigarro e me dei conta que o mundo era o mesmo que eu nunca aprendi a amar, me dei conta que o mundo não é feio somente porque não sou dele, o mundo é bonito eu por ter sido brutal nunca soube habita-lo sem feri-lo. Acendi outro cigarro em seguida apaguei, não fazia mais sentido porque amar não é outra coisa se não entrar no tempo do outro, eu queria mesmo era rasgar essa parede que há no mundo e só eu vejo, queria rasga-la e descobrir o que há de fato depois dela, não estou falando de morte, estou falando do mistério. Confesso que o mundo foi vitima de minhas cuspidas violentas, mas ele não foi sempre vitima, houve um tempo que parecia que ia da certo, mas ele vinha e eu ia ou vise versa, tudo parecia jogo entre meu corpo retalhado o coringa e o mundo. Sinto pena do mundo e raiva também, porque ele poderia ter me arrastado pela minha mão infantilizada e ter me levado à força para fora de mim, eu sempre quis esta fora de tudo àquilo que me lembrava a minha humanidade furtada. O meu tesouro maior e mais bonito pousa em teus braços como maldição e você não quer, mas eu entendo e perdoou. Eu queria nunca ter descoberto que o amor mata, se eu fosse outro bicho e não gente, eu não morreria de amor, eu não precisaria das migalhas divinas que os homens chamam de milagres, eu tomaria banho de sol, de chuva e de sombra ou nem tomaria banho, sem culpa, sem precisar fazer esse esforço vulgar arrastando meu corpo pintado de estrelas cor de rosa até o botão que acende a luz do quarto e ser obrigado a reverenciar esse desacordo eterno entre meu corpo sujo e as ordens de Deus. Não vale a pena à alma presa, não vale a pena à luz acesa, para mim o sentido de tudo é rasgar o manual, abrir meu cofre de indigências e oferecer ao mundo, ser livre de fato, ser livre de fome, sim porque é o contrario do mundo que mata minha fome, a minha sede mais bonita sempre foi de beber o avesso do mundo. Alguma coisa em mim morreu só me dei conta no ultima domingo. Uma vez uma amiga me disse ao telefone que domingo é o dia perfeito para morrer, ela me disse que domingo Deus descansa e os viventes ficam todos entregues ao desarrimo. Prontamente perguntei: qual é o destino dos finais? Ela me contou tudo sem pudor, sem medo, sem culpas, mas prometi não revelar e guardei segredo. Posso da a Deus metade da minha paciência, mas não ela toda, entregar-me ao estase de pura paciência encheria meu corpo de chagas e eu morreria afogado em minha própria mansidão. Eu posso renascer ou pelo menos tentar se eu tiver a coragem penitente e resignada de apagar a luz do quarto, sem querer salvar o pão nosso de cada dia que outrora vi pisado, esmagado e molhado de chuva falsamente redentora, sem o velho aluamento de achar que eu poderia ver o mundo sem sangrar como uma galinha que alimenta homens quase do bem. Talvez eu consiga aplaudir a minha morte( agora estou falando da morte propriamente dita), mas eu também sei que a minha humilde vida e minhas sobras de amor pelo mundo não reduz em nada aquele olhar do moço que levanta cedo com um olhar cor de nada, em busca de uma estrada ou uma espada afiada que o proteja dessa sina sem sabor de vida de seguir honrado de plena lucidez que o levara mudo e cego e todo cheio de esperança ao contrario da imensidão. Voltando a falar do amor antes que eu esqueça, ele também é morte, pior morte acho, porque é diária e não mata de dor, mata de susto e medo. Eu quero nesse transe de amor profundo doar tudo que não vivi tudo que desaprendo a duras penas sobre a linguagem dos homens a alguém, mas não sei a quem, não sei se alguém teria espaço para abrigar minha alma toda riscada, de carvão e ternura natural, mas não como oferenda e sim como prova de amor. Estou doando a minha senha, mas se quiser venha logo antes que eu volte a ser gente atual e comum explorada pelo perdão alheio. Espero que um dia eu seja perdoado por acender a luz do quarto, e acordar antes da hora.
Marlon-príncipe maluco
Para sempre teu
Mandei meus poemas para algumas editoras, mas não houve retorno. Em razão disso comecei a pensar na possibilidade de contar para o mundo experiências vivenciadas por garotos de programa em São Paulo.
Comecei meu trabalho de pesquisa nas ruas. Visitei lugares de orgia, conversei com pessoas que tinham participado de uma, conheci pontos alternativos de sexo livre, onde tive a oportunidade de conversar com pessoas no ponto mais alto de seus desejos. Entendi um pouco o sentido do sexo anônimo, ou sem rosto, e conversei com pessoas totalmente dependentes e viciadas em sexo pago. Visitei também baladas em geral, a “boca do lixo” e outros lugares que no decorrer da leitura você terá a oportunidade de saber. Mas cabe ressaltar que dentre todos com quem conversei, um deles me chamou atenção – Diego pois contava-me uma história carregada de suspense, dor e alegria e porque não dizer, magia.
Resolvi então contar a sua história fazendo uma junção com tudo o que eu havia pesquisado, com minha fértil imaginação e colocando também punhados de minha ideologia. Após inúmeros encontros para a extração de mais informações, Diego, que já havia se tornado meu amigo, colocou em minhas mãos todas as suas anotações secretas e proibidas sobre a comercialização de seu próprio corpo e sentimentos. Comecei então a escrever uma história chocante, e por contar em um livro acontecimentos tão inacreditáveis ou indizíveis, senti medo do julgamento social, do ódio ou de perder o amor das pessoas.
A junção das anotações, a organização do roteiro e a construção do livro, de forma geral, foram tranquilas, pois sou filósofo e isso me garante um domínio razoável da escrita. Eu até ri muitas vezes, mas ao final do livro, que levei três anos para concluir, resolvi ler a minha obra e chorei muito, chorei e me perguntei mil vezes como Diego pôde viver tudo aquilo sem enlouquecer?
Venci o medo, a vergonha e o desânimo. Em nome de minha arte, quero explodir uma bomba de amor no coração das pessoas; se por acaso dentro de você não houver espaço para esta notícia se acomodar não tem importância; de qualquer forma, cumpro meu papel de promover um encontro entre você e sua arma mais poderosa: a reflexão.
domingo, 19 de junho de 2016
O gosto do sexo sem rosto
• Primeiro programa: Diego e Alexandre. Tocar em suas mãos
apresentou ao meu coração um sentimento antes desconhecido,
mas não sei dizer...
• Revelando o inusitado.
• Diego se apaixona por Amanda e pretende partir com ela.
•O assustador mundo do sexo.
• Sou heterossexual e posso provar.
• O melhor da vida é goiabada.
• O avesso dos desejos.
•Michel chupou a pica do próprio pai.
• Todo michê foi criança, sentiu medo de fantasmas e chorou
no colo da mãe.
• Como impressionar o parceiro na cama.
• A tolerância é o termômetro da conversão.
• O cheiro do seu gozo
• O melhor de ser garoto de programa é fazer aviãozinho, dizia
Tonny.
• É pecado se render aos sentimentos homoafetivos?
•Alexandre e Diego na urgência de um abraço.
• Até que ponto somos vítimas do hábito sexual?
• O céu de minha infância.
• Bissexualidade é o sexo do futuro?
• Alexandre: quem é esse homem, afinal?
• Avenida Paulista.
•Afonso troca o amor de todos os homens, por o amor de uma única mulher.
• Avenida São João.
• Diego, Sandro e mais um.
• Museu do Ipiranga.
• A morte de um sonho é mais triste do que a morte de um
homem?
• Parque do Carmo.
• Alexandre com o juízo preso em minha cueca.
• Favônio.
• Sua mão é meu lugar.
• Deus, antes de ser de justiça, é de misericórdia. A Bíblia me
parece excludente e contraditória.
• Como aceitar as descontinuidades?
• O prazer do anal é a dor?
• Avenida Vieira de Carvalho: orgias, drogas e baladas LGBT.
• Diego e o suicida.
• Comunhão na hora do orgasmo.
• Parada LGBT em São Paulo.
• A profecia da borboleta marrom.
• Ganhando o pão e comendo a carne.
• Diego, Deus e diálogos malditamente permitidos.
• Travesti na cama com Diego.
• Matei Deus e saí da gaiola.
• Pornografia pesada.
• Pavor é uma vida sem amor.
• Michel volta para o jogo. Mas existe jogo?
• Michê de rua aperta o pau na calça jeans.
• Chupei meu próprio pau, bebi minha própria porra; confesso,
porra de baiano é deliciosa.
• A vida abortando meu carnaval.
•Variações sexuais.
• Percebendo os sinais... Mas havia sinais?
• A rejeição dói como um câncer aceso no coração de Diego.
• O diabo havia sido muito generoso: dois irmãos gêmeos
idênticos na cama de Diego.
• Descobrindo meu próprio sol.
• Coração de príncipe.
sexta-feira, 17 de junho de 2016
quinta-feira, 16 de junho de 2016
sábado, 11 de junho de 2016
Sinto demais
Marlon- Príncipe maluco
Filosofia de Deus
Acho incrível a capacidade de mergulhar no mundo do outro, na intimidade do outro, no dilema, no problema e na loucura do outro... Quando faço isso entro em processo de estase como se eu estivesse ouvindo uma canção de Belchior.
Não tenho ouro ,nem prata mas tenho a riqueza de saber ouvir o sofrimento humano e ameniza-lo.
Desde muito cedo me recordo que sempre fui procurado pelas pessoas com a finalidade de receber uma palavra amiga, um ombro para chorar e etc.
Não sei ao certo onde começou isso, mas o fato é que nunca me incomodou, aos poucos fui virando um para raios de gente problemáticas buscando minha voz como refugio.
O tempo foi passando fui potencializando ou melhor aperfeiçoando o meu dor de ouvir e se meus ouvidos e a minha palavra tem esse poder de promover restauração em corações quebrados isso muito me alegra, tanto que já sou formado em filosofia( isso me ajuda muito nos aconselhamentos) e ainda esse ano começo outro curso de formação em psicanalise porque pretendo trabalhar com isso, sempre fiz razoavelmente bem e nunca recebi nada em troca, nem carinho então vou me profissionalizar e cobrar por isso.
Pouco a pouco fui percebendo que eu que tinha respostas para muitas questões humanas não tinha habilidade para lidar com as minhas próprias questões então eu resolvi buscar nas pessoas aquilo que outrora eu havia oferecido gratuitamente e com amor, mas fui percebendo que a dor humana ela requer calma para ser encontrada e a grande maioria não tem grandeza para oferecer a quem quer que seja um olhar demorado, são sempre respostas rápidas( odeio respostas rápidas), frases prontas e uma indisponibilidade altamente egoísta em acolher a dor alheia.
Hoje a tarde depois de insistir muito uma amiga conseguiu me levar em um churrasco, fui inteiro, levei o melhor de mim, até mesmo porque ficar perto dela sempre me fez muito bem, mas ao chega lá ela passou a tarde inteira em um aplicativo chamado watssap e tenho certeza que se perguntarem para ela uma frase do que falei ela não saberá dizer e isso me deixou triste de forma imensurável porque me obriga a aceitar que o mundo falhou para mim.
Estou escrevendo isso tudo porque estou caminhando para um isolamento cada dia maior, mas não confunda isso com depressão ou amargura, pelo contrario meu isolamento opcional tem me ensinado tantas coisas grandiosas de Deus, de mim, de minha força.
Passei por uma situação complicada recentemente e passei quase vinte dias incomunicável, sem zap, sem net, sem telefone e hoje quando me perguntam porque não liguei para desabafar eu respondo a todas essas pessoas: porque eu precisava de pelo menos quatro horas do seu tempo para derramar a minha dor em sua mesa e você não ia me oferecer esse tempo. Elas logo silenciam porque sabem que é verdade. Acho injusto e desnecessário alguém querer saber da minha dor se não tem paciência e caridade( amor em ação) suficiente mergulhar no mistério dela junto comigo, sem pressa, sem julgamentos, sem frases prontas.
Eu esperava mais do mundo,porque a vida tem me revelado que as pessoas estão cada dia mais fragilizadas e carentes, elas querem ser ouvidas, acolhidas, mas elas não querem ouvir o outro, pensar junto com o outro até achar uma solução para o problema dele. Acho fantástico quem tem o dom de ouvir, acho mais ainda quem sabe ouvir com amor, como diz um personagem do meu próximo livro UMA PALAVRA AMIGA VALE MAIS DO QUE UMA ORAÇÃO.
A minha’’ solidão’’ escolhida e acolhida por mim mesmo tem me ensinado tudo e principalmente a eleger prioridades. Os meus ouvidos a minha casa o meu coração estavam abertos 24horas para todos aqueles que precisavam, mas agora estou cada dia menos acessível, gasto bem menos tempo com telefone e redes sociais em contrapartida estou lendo bem mais, escrevendo mais, e falo do fundo do meu coração eu aprendi a gostar de ficar comigo,esse confronto não me assusta mais,eu vivia para o mundo e um pouco disso se deve ao meu medo de entrar em contato comigo mesmo, hoje eu fico dias sozinho sem falar com ninguém e comendo goiabada, me sinto pleno em caridade para com a minha própria pessoa.
Gostaria muito de finalizar esse texto te pedindo uma breve reflexão com relação a sua condição diante do outro, queria muito te pedir que se alguém precisasse de suas palavras, do seu ombro ou simplesmente de seus ouvidos que você tivesse a sensibilidade de ser disponível, porque a maior prova de amor não é oferecer o que você tem e sim o que você é. Mas eu sei que quase ninguém vai ler esse texto até o final.
Quando estamos bem, felizes, prósperos, divertidos é fácil ter pessoas por perto, mas quando perdemos o rumo, o gosto pela vida, as posses, a pose, o status sobra quase nada mas é a melhor oportunidade do mundo que Deus nos da para fazermos as pazes conosco, com nosso silencio, com nossa solidão que julgávamos assombrosa e no final do caminho estamos mais fortalecidos.
Tudo isso, todo esse processo foi o melhor que me aconteceu porque excluir e continuarei a fazer isso com todos os figurantes de minha vida, porque quem não tem habilidade para lidar com meu pior certamente não merece o meu melhor.
A partir de agora vou usar a filosofia de Deus: ou me ouve ou vai para o inferno!
Beijo.
Príncipe maluco- Marlon
Marlon
Marlon- Príncipe maluco
sexta-feira, 10 de junho de 2016
Martin
Martin Luther King
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