Surpresa

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segunda-feira, 27 de maio de 2013

Pureza


''Eu não sei partir, eu não sei chegar, eu não sei passar, eu só sei ficar, em razão da minha PUREZA que eu nunca sei usar, ela não se gasta e isso dói'' MARLON DE ALBUQUERQUE.

sábado, 11 de maio de 2013

Sobre o gosto do sexo sem rosto.


O diário secreto de um garoto de programa. Relato cruel e pertubador sobre o submundo do sexo pago. É uma história verídica e isso torna o livro ainda mais fabuloso! É importante que pessoas como Diego contem as suas experiências no mundo da comercialização do proprio corpo para os jovens . consegui ver experiências minhas nele mas nunca pensei que o sexo nos levasse a descer tão baixo. Um livro pesado em algumas partes, mas necessario. Um texto muito veloz; faz-nos ir do céu ao inferno em questão de segundos.É preciso captar a essência do livro. um garoto com um coração enorme em um mundo tão cheio de dilemas éticos e morais. Nem todo mundo é capaz de compreender esta grandeza implícita no livro, é um livro para sempre: atualidade e liberdade são máximas do livro. Sentimento sem emocionalismo barato. O livro é um espelho, o que conseguimos ver nele nos leva a reflexão dos nossos valores, da nossa autenticidade (falida) e da capacidade que tempos de nos tornarmos hipócritas e bem educados. Samuel Cavalcante- RJ-Leitor.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Um amor de MIOJO.


Nunca foram ouvidas tantas frases feitas como hoje em dia. E existe um clamor, talvez mesmo um modismo, do preciso dizer “te amo”. É tão banal, que nem dá para acreditar que é verdade. São palavras ao vento, que se dissipam com os sentimentos, outrora tão sublimes. E somos enganados por tudo que criamos. Aliás, não sei quem criou esta história de “ficar” com alguém. Mas, o negócio pegou tanto que todo mundo “fica” com todo mundo, mas no fim, “fica” sozinho. E pessoas e coisas ficam todas no mesmo saco do descartável. O que mais vamos inventar? Tem gente que pensa que relacionamento é miojo. Em três minutos está pronto, fumegante, bonitinho. O problema é que não sacia fome alguma. É aquela coisa instantânea, em que sempre fica faltando alguma coisa. Mas, também, o miojo é algo que não dá trabalho. Está ali, é só seguir uma receitinha, porque todo mundo tem pressa e não quer ter dor de cabeça. Pois relacionamentos mais consistentes precisam de mais dedicação. Demoram a apurar. Mas, são muito mais gostosos. Não é só chegar, fazer acontecer e comer. Tudo tão banal!! Não tem graça… Tenho visto pessoas cada vez mais insatisfeitas pela falta de maturidade com que encaram os relacionamentos e pela falta de discernimento do que é mesmo o amor. Tudo bem, cada um tem uma noção subjetiva do amor. Mas, de uma coisa eu tenho certeza: amor não dá porrada, não te bota para baixo, não te larga em momento difícil, não te passa a perna, não transforma um sentimento em uma prostituição diária pelo bem estar mútuo. Amor, aliás, é algo tão bom que nem dá para explicar. É algo que transcende. E é algo que dura mais que pilha alcalina. Mas, num mundo como o nosso – em que tudo parece dentro de uma garrafa PET pronta para ser esvaziada e ir para a reciclagem – é difícil (re)conhecer o amor. E o que temos é um bando de gente comendo tudo quanto é miojo, mas se sentindo vazio por dentro. Um vazio que não há massa instantânea que resolva. Um vazio que pressiona por mudanças, mas que ninguém quer sair à frente e ser o primeiro, embora seja preciso. Encaremos a realidade: estamos menos felizes, seja com alguém do lado ou sem ninguém. Enjoamos muito fácil das coisas e das pessoas. Não queremos trabalho. Não queremos um miojo que se transforme numa lasanha. E perdemos ainda mais massa encefálica em relacionamentos fadados ao fracasso. Entretanto, não queremos ficar sozinhos. Como assim? Façamos um minuto de silêncio. Pelo amor que morreu. Pelo amor que não se conhece. Pelo amor miojo. E enterremos tudo o que não faz bem, para o verdadeiro amor renascer. Amemonos mais. E saibamos amar os outros. Pelo bem dos relacionamentos. Pelo nosso próprio bem. Monica Kikuti.

domingo, 14 de abril de 2013

Fim


''Quando voce foi embora fiquei olhando voce de longe até sumir, eu achava mesmo que era o fim e foi, mas a vida de forma mansa e desconcertante te faz repousar em meu pensamento todos os dias. Eu vivo hoje assim longe de teus braços, não importa se é carencia, loucura ou apenas um desejo infantil, o fato é que os dias passam e voce não morre em meu coração, passei a tarde rezando na esperança de que Deus pudesse te apagar da memoria dos meus olhos, mas isso não aconteceu. Volta parte adorada de mim, volta e eu serei mil vezes mais feliz.Volta dê esse presente aos meus olhos e meu sorriso vai iluminar o mundo inteiro''! MARLON DE ALBUQUERQUE.

Na boca.


''Eu sempre fui angustia na sua vida, a dor de cabeça mal resolvida, eu fui o silêncio que não se deu, fui o sorriso que não bastou e hoje nada me cura de voce. Eu não precisava do sol, nem do mar, nem da cidade alta, nem da cidade baixa, voce era a Bahia inteira na minha cama. Era bom o gosto do seu mel escorrendo na minha boca, porque seu corpo era o meu altar.'' MARLON DE ALBUQUERQUE.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Alegramentos


Na revista H MAGAZINE de fevereiro tem uma matéria maravilhosa sobre meu livro e meu trabalho, também este mês a revista JUNIOR publicou uma entrevista comigo, onde revelo bastantes coisas (ambas estão nas bancas). Nos últimos tempos meu coração foi visitado por inúmeros alegramentos, havia apenas um menino e um sonho ser escritor e calar os choros do mundo com mamadeiras de palavras. Escrevo desde criança, amo, gozo escrevendo, até quando estou paralisado estou escrevendo por dentro. Escrevo coisas estranhas, sou apaixonado por aqueles que vivem nos escombros e transitam livremente na contramão da vida. A minha escrita é assim atormentada e cheia de ternura. A minha escrita, assim como a minha vida é como uma colha de retalhos, eu misturo tudo sem mascaras e pudores, as alegrias não anulam tristezas, mas a junção torna tudo mais leve. Tomei coragem e escrevi um livro, ele não é pior nem melhor que os outros, mas nele escrevi coisas que jamais um escritor teve coragem de escrever, por isso encontrei muitas pedras no caminho, é horrível alimentar um sonho sozinho, ninguém acreditava, mas eu segui meu coraçãozinho de baiano. Depois de inúmeras tentativas meu livro nasceu, mas nasceu com todas as setas do fracasso apontadas para ele, mas o improvável aconteceu os meus inúmeros leitores o acolhei de forma apaixonante e automaticamente me salvaram dos lençóis do anonimato me proporcionando visibilidade e alegria, hoje o meu livro já esta entre os mais vendidos nas livrarias iba, no aeroporto de Brasília e em outros canais também, agradeço meus amigos do face que compartilharam meu link, agradeço também aqueles que vilipendiaram meu trabalho por ser de ordem pornográfica. Todas as pessoas aqui no face e fora dele que criticaram o meu trabalho só serviram para me fazer entender que a palavra pobreza esta muito mais ligada às coisas do coração do que a restrição material. Quero de coração aceso convidar todos vocês para meu evento de lançamento que será dia 06/03 em São Paulo. De toda essa historia sobrou apenas um orgulho doido de ser nordestino, retirante, baiano, filosofo e escritor. MARLON DE ALBUQUERQUE.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Pode me comer.


''Volte amanhã, coma meu corpo, volte quando quiser, mas aborte em minha pele essa missão tristeza''. MARLON DE ALBUQUERQUE.

sábado, 5 de janeiro de 2013

Botões, alavancas, recursos...


"É fácil amar o outro na mesa de bar, quando o papo é leve, o riso é farto, e o chope é gelado. É fácil amar o outro nas férias de verão, no churrasco de domingo, nas festas agendadas no calendário do de vez em quando. Difícil é amar quando o outro desaba. Quando não acredita em mais nada. E entende tudo errado. E paralisa. E se vitimiza. E perde o charme. O prazo. A identidade. A coerência. O rebolado. Difícil amar quando o outro fica cada vez mais diferente do que habitualmente ele se mostra ou mais parecido com alguém que não aceitamos que ele esteja. Difícil é permanecer ao seu lado quando parece que todos já foram embora. Quando as cortinas se abrem e ele não vê mais ninguém na plateia. Quando o seu pedido de ajuda, verbalizado ou não, exige que a gente saia do nosso egoísmo, do nosso sossego, da nossa rigidez, do nosso faz-de-conta, para caminhar humanamente ao seu encontro. Difícil é amar quem não está se amando. Mas esse talvez seja, sim, o tempo em que o outro mais precisa se sentir amado. Eu não acredito na existência de botões, alavancas, recursos afins, que façam as dores mais abissais desaparecerem, nos tempos mais devastadores, por pura mágica. Mas eu acredito na fé, na vontade essencial de transformação, no gesto aliado à vontade, e, especialmente, no amor que recebemos, nas temporadas difíceis, de quem não desiste da gente."

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Feliz 2013!


Feliz ano novo a todos! agradeço muito pela confiança, carinho e atenção com meu trabalho!

sábado, 13 de outubro de 2012

É agora?


Renato Russo dizia: Depois do começo tudo que vier vai começar a ser o fim, ele se referia ao amor. Cazuza em outro momento disse: O amor na pratica é sempre ao contrario. Eu me pergunto eles têm razão? Ou é possível ainda amar se esta em sintonia com os espinhos do abandono, a palavra fim é ruim, eu não gosto dela porque provoca desorganização. Clarice Lispector no livro A paixão segundo G.H pergunta: Será mesmo amor entregar a minha solidão aos cuidados do outro? Mas adiante G.H afirma: ‘’Me sinto totalmente desorganizada porque perdi tudo aquilo que eu não precisava mais. ’’ Bons amigos seguem estas reflexões nesta tarde morna de afetos, porque mesmo quando estamos na lama é possível olhar para as estrelas. Pouco a pouco estou descobrindo que transformar o amor que já não se tem em poesia não resolve muito as coisas e agora? Marlon de Albuquerque.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Á ditadura gay.


Para ser gay moderno e antenado se faz necessário ser baladeiro, sarado, gostoso, bem dotado, bom de cama, usar griffes ( M.Officer, Colcci, Ck ), beber Chandon, não ter apenas um carro, mas “aquele” carro, cartão de credito nem que seja aquele de limite baixo ( ninguém precisa saber ), o importante não é ser mas parecer ser, não é ter mas parecer ter. Certos clichês do mundo gay se tornaram algo cansativo quando começamos a cruzar o cabo da boa esperança, ou seja, chegamos aos quarenta anos, com zilhoes de experiências no currículo, algumas frustrações e outras satisfações, por ai. E ninguém venha me dizer que nunca teve um daqueles dias em que desejou se jogar no terceiro degrau da escada embaixo, quem disser isso bom “moderno” não é, há dias e dias, creio já ter passado por todos. Já peguei, fiquei, namorei, casei, morei junto, esqueci o nome no dia seguinte, separei, enfim acho que já vivi todas essas experiências que são absolutamente normais na vida de qualquer pessoa e ainda sim continuo querendo ficar, namorar, casar e tb separar pq afinal de contas não sou perfeito nem o outro jamais será. Perfeição só no dicionário. Relações não são feitas por um, mas por dois ( em geral ). Namorei homens maduros, gordos, magros e sarados, garotos lindos e outros nem tanto, mas que me ofereciam o que desejava naquele momento, sexo, companhia ou ate mesmo um bom papo inteligente, e vamos falar serio, inteligência é afrodisíaca. Já namorei garoto “facílimo” com cara de moco de família já casei apaixonadamente com homens realmente de família, pessoas anônimas e ate notórios badalados, já rolou de tudo nesta vida e porque não rolaria se estou nela para o que der e vier? Sem preconceito algum ou medo pra que, nunca tive e espero nunca saber o que é isso. Mas tenho pensado muito ultimamente na tal ditadura gay, conversando com amigos, das mais variadas idades e meu leque é variado, amizades de todas as graças e praças, afinal limitar para que … olha a ditadura. Nesses papos o que mais percebo são as queixas ou desabafos com relação a falta de compromissos, uma tal ética. Há jovens que saem do armário e confundem atitude com sentimento, e outros tantos que confundem relacionamentos como sopa enlatada que se acha em prateleira de supermercados. O que percebi nessa ditadura gay é justamente aquela que tb mais vejo onde já fui, na San Sebastian, na Off ou o mais emblemático de todos os lugares, a The Week seja Rio e Sp, ou seja, as questões são as mesmas, o tipo de gay aceitável e sem defeitos, com jeito de bom de cama mas tb tem de ter aquela cara de bom namorado, inteligente, passional sem ser ciumento, atencioso sem ser grudento, graduado, pos doutorado e atualizado, bem vestido e com bom pedigree para ser bem apresentado a família e principalmente exibido aos “amigos”, uma forma de manter o status, enfim, é uma gama de características que são observadas, analisadas, pensadas, postas contra a luz, feito o raio x e comentadas com o amigo ao lado antes de tomar a ação. Há aqueles outros que na falta dos predicados já citados tiram a camisa na festa pq fica mais fácil atrair o parceiro como naquelas danças onde o urubu abre as asas para chamar o parceiro, a danca e asa melhor fatura, vale tudo. Será mesmo necessário tudo isso só por uma foda casual ou uma idéia de namoro eterno? … sim pq há quem pense que namoros eternos começam assim, nada pode ser descartado nesse meio, mas será mesmo que este seria o melhor lugar para achar o “amor da sua vida”, nem sei, eu hj tenho contado nos dedos das varias mãos, minhas de dos amigos, que apesar dessa intensa vida social estão todos cada vez mais sozinhos, cada vez mais queixosos com relação a dança dos travesseiros, homens, garotos ou não, q dizem desejar uma relação eterna mas não resistem a primeira crise, afinal a oferta no mercado é tamanha que ao sinal do menor problema pulam fora e pegam o próximo da fila, eita oferta abundante essa … sem falar que de acordo com a hipocrisia social reinante alguns ate envolvem-se em casamentos heterossexuais afim de fugir do rotulo tão emblemático mas no fundo não enganam por muito tempo, e nessa vamos entrando na estatística, parece que todos querem namorar por cinco encarnações, da boca pra fora, talvez lhes falte a real vontade ou a experiência em saber o que é mesmo uma relação. E nesse momento eu e alguns amigos conversando sobre tudo isso percebemos que estamos mudando o rumo das coisas, passando para a próxima fase onde valorizamos outras coisas e talvez ser o que você é sem se preocupar com o que possam pensar seja a melhor saída, viver despreocupadamente jogando os rótulos na lata do lixo, levando a vida como quando se morde uma manga madura, se as experiências nos modificam e ensinam a gente vai mudando, vivendo e aprendendo mais um pouco a cada dia, sem enganar ninguém com promessas e não se deixando ser enganado por outras tantas as coisas acontecem, as pessoas bacanas aparecem na hora que a gente menos espera e onde a gente nem imaginava estar, e se não aparecer pouco importa a vida já esta mostrando outros potenciais. O bom nessa fase é ter aquele olho clinico que só o tempo nos traz e uma personalidade férrea. Levar a vida assim, longe da ditadura existente tem me mostrado surpresas incríveis, e espero aprender mais algumas coisas nessa fase boa que chega. Por Helio Lima Junior Professor, escritor, turismologo, cronista, esteta, critico contundente da vida, graduando em arquitetura, apreciador da vida, filho de ogum, baiano, nordestino

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Um poeminha de amor concreto.


da mesma forma que você dá o pão à mesa dá a mão um abraço da mesma forma que você dá um aviso um acorde dá um choque um chute um salto damesma forma que você dá uma carona um passo dá uma força um recado da mesma forma que você dá uma bronca um tapa dá um duro uma gravata damesma forma que você dá a luz uma ideia dá um gole uma festa da mesma forma que você dá uma rosa um beijo dá uma bala uma moeda da mesma forma que você dá boa tarde boa noite boas-vindas dá uma desculpa um tempoda mesma forma que você dá de cara dá de frente dá de ombros de bandinhada mesma forma que você não me dá a mínima não me dá ouvidos não me dábola da mesma forma que você não dá o melhor de si eu dou o cu meu amor edaí [ De MARCELINO FREIRE, extraído do livro Amar É Crime

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Atira-se.


Parece-me que as pessoas estão precisando, mesmo sem o saber, é de oportunidades reais para demonstrarem seus sentimentos mais eloquentes, sem correrem o risco de julgamento. Pensam elas... Por exemplo: a morte de uma “celebridade”, uma tragédia ecológica com mortes, para despertar a comoção e, através desta, a explosão emocional. Todos se sentem incentivados a serem melhores, a ajudar, a estenderem aquela mãozinha, que há tanto tempo estava fechada... Algumas, em murros! Onde quero chegar? Estamos desviando nossa afetividade para tudo que não seja real, que não seja palpável, que não esteja disponível bem aqui, ao nosso lado. Hoje eu escrevi no facebook que há oração demais e ação de menos. Rasgamo-nos por nossos times, por nossos “mentores”, por nossos ídolos, alguns de luminosidade comprovadamente, falsificada... Abreviamos a vida de milhares de flores, para homenagear um cadáver... Mas, não toleramos o vizinho, o irmão, o companheiro, a esposa... Pior de tudo, rejeitamos o filho! Delegamos à terceiros, o que é incontestavelmente, nossa obrigação, sobre qualquer cultura, qualquer ponto de vista, de qualquer parte do mundo. Isto é só um micro resumo de nossas barbaridades afetivas. Por que nossa afeição, tornou-se este grande aleijão? Quem foi que a desfigurou em um indigesto bicho papão? Assim, fica, realmente, muito difícil passarmos perto do verdadeiro significado de estarmos vivos. Garanto-lhes que é um bocadinho a mais que esta meleca... Algo, um bocadinho melhor! Entretanto, só vivenciaremos nossa verdadeira senda, quando nos encararmos no espelho. Sem truques, nem maquiagem. Nem público. Muito menos, a mal amada crítica!!! Cada um com seu reflexo. Partindo do princípio que todos sabemos o que é certo, o que combina com nossa esquecida condição de HUMANOS, será fácil identificar os pontos que teremos que nos trabalhar, para sermos pessoas melhores... Para sermos PESSOAS! Mas, tudo começa com o espelho. Dali, para dentro, como digo sempre, rumo ao centro. CLAUDIO POETA.